9 de Maio de 2025, às 15:28
O ator sul-coreano Kim Soo-hyun, estrela da série Queen of Tears (Netflix), está no centro de uma tempestade após a família da atriz Kim Sae-Ron — que morreu por suicídio em fevereiro, aos 24 anos — acusá-lo de manter um relacionamento com ela quando ela tinha entre 15 e 16 anos.
Em coletiva de imprensa, o advogado da família, Bu Ji-seok, apresentou uma gravação de áudio de 90 minutos onde Sae-Ron afirmaria ter tido relações sexuais com Soo-hyun no oitavo ano (por volta dos 14-15 anos) e recebido fotos íntimas dele com uma idol do k-pop não identificada.

A Gold Medalist, agência que representava ambos, é acusada de pressionar judicialmente Sae-Ron para pagar uma dívida de multa por dirigir embriagada em 2021 — mesmo após cobrir o valor inicial.
Segundo a família, a cobrança agravou a saúde mental da atriz. O advogado ainda relatou um ataque violento ao informante que vazou a gravação: em 1º de maio, ele teria sido esfaqueado nove vezes por dois homens em Nova Jersey (EUA), após recusar suborno para destruir a fita. O FBI investiga o caso.
Em março, Kim Soo-hyun negou todas as acusações: nunca mantive relacionamento com ela quando era menor, disse, classificando as alegações como infundadas.
Ele entrou com ações por difamação e perseguição, exigindo indenização alta. Ainda assim, a polêmica já derrubou contratos com marcas como Prada e ameaça o lançamento de sua nova série no Disney+.
A atriz, que estrelou filmes como A Brand New Life (2009), lutou publicamente contra depressão e alcoolismo antes de sua morte. Seus fãs exigem justiça, enquanto a Gold Medalist mantém silêncio sobre o caso.

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