23 de Setembro de 2025, às 14:43
Sean Combs, o magnata da música conhecido como P.Diddy, entrou com um pedido para que sua pena não ultrapasse 14 meses de prisão antes da audiência marcada para 3 de outubro.
Ele foi condenado em 2 de julho por duas acusações criminais ligadas ao transporte para prostituição, após um julgamento que durou nove semanas.
No pedido, apresentado em um memorando de 182 páginas, a defesa relembra a trajetória de Combs, destacando as dificuldades que ele enfrentou desde cedo — como o assassinato de seu pai quando tinha apenas três anos.
Segundo os advogados, esses traumas contribuíram para o histórico de abuso de substâncias do artista e influenciaram seu comportamento nos relacionamentos com as duas ex-namoradas envolvidas no caso.

O documento também traz mais de 75 cartas de apoio, assinadas por familiares e amigos próximos, incluindo sua mãe, irmã e filhas, ressaltando o lado positivo de Combs em suas vidas.
A defesa ainda argumenta que ele já passou um ano sob custódia e que, em casos semelhantes, a média de pena é de cerca de 15 meses. Para eles, uma punição maior seria injusta.
Já os promotores sugerem que a condenação pode chegar de quatro a cinco anos, com a possibilidade de pedir uma pena ainda mais dura até o fim de setembro. A decisão final ficará nas mãos do juiz Arun Subramanian.
Clima tenso: advogado de celebridades marca presença no caso P.Diddy e é repreendido pelo juiz
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