The Heralds Of Fall
Seduced by cranes' call
When golden mildness of August nights
Turn into desperate autumn rust
Doth harvest rot or crop decay
As the deeds of men trouble them once again
I inhale the dark depths of fall
The last glimpse of day, alas, drifts away
Swans spread their wings and head for the unknown
Rowans side to side bleed from autumnal souls
The glow of your eyes and the blaze of your heart
My saviour amongst the darkest arts
In the starry night thou possess the might over me...
Blade is forged to bleed
Heart is made of forlorn breed
Death wreathed to seduce
The sons of the northern gloom
Wrath born to be ablazed
Soul cries after maiden's grace
The curse cut upon the frozen stone
On the shores of this ice-cold sea
Your tears will fall for yesterdays
As embers become dark the sorrow shows the way
Wear the mourning gown, hear those celebration chants
Of the bride with the seven-flowered crown
I lay my head upon the doleful bed
Under dead leaves of the sacrifice grove
Or in oceanic grave will I forget my pains
As I glide into night of infinity...
To embrace frost on her velvet lips
Or hear the yearning from a silent sigh
I must reach for the home of the restless ones
Where paths bear neither end nor name
Groaning rain burns my weary frame
The last glimpse of day guides my steps astray
Os Arautos do Outono
Seduzido pelo chamado das gruas
Quando a suavidade dourada das noites de agosto
Se transforma na ferrugem desesperada do outono
A colheita apodrece ou a safra se desfaz
Enquanto as ações dos homens os atormentam mais uma vez
Eu inalo as profundezas sombrias do outono
O último vislumbre do dia, ah, se esvai
Os cisnes abrem suas asas e partem para o desconhecido
As sorveiras sangram de almas outonais lado a lado
O brilho dos seus olhos e a chama do seu coração
Meu salvador entre as artes mais sombrias
Na noite estrelada, tu tens o poder sobre mim...
A lâmina é forjada para sangrar
O coração é feito de uma linhagem perdida
A morte adornada para seduzir
Os filhos da escuridão do norte
A ira nasce para ser acesa
A alma clama pela graça da donzela
A maldição cortada na pedra congelada
Nas margens deste mar gelado
Suas lágrimas cairão por dias passados
Enquanto as brasas se tornam escuras, a tristeza mostra o caminho
Vista o manto de luto, ouça os cânticos de celebração
Da noiva com a coroa de sete flores
Eu deito minha cabeça sobre a cama dolorosa
Sob as folhas mortas do bosque do sacrifício
Ou em um túmulo oceânico esquecerei minhas dores
Enquanto deslizo para a noite da infinidade...
Para abraçar o frio em seus lábios de veludo
Ou ouvir o anseio de um suspiro silencioso
Devo alcançar o lar dos inquietos
Onde os caminhos não têm fim nem nome
A chuva gemendo queima meu corpo cansado
O último vislumbre do dia guia meus passos desordenados