Venezia Dismal
Enigma carnival
dancers in the black
Venezia dismal land
countess dour, faceless in her mask
A duel of silhouettes tonight
a rondo rapture breaks the light
As the gondola sails high
by the wake of milky way
a romantic tune we cry
ina misty and faded day
As the music leads our eyes
it echoes in cathedrals grey
when december leaves us dry
then the belfry's stuck again
When the magic rain of this marry confetti dance
is nothing but our icy tears from beyond our skyclad masks
skyclad masks, or starclad, infinite-clad
A venetian oldmen sighs
Reeling to the canal bench
when the season tide is night
Then december leaves fall dry
upon this melancholic place
some romantic tune we cry
Veneza Sombria
Carnaval enigmático
bailarinos de preto
Veneza, terra sombria
condessa carrancuda, sem rosto na máscara
Um duelo de silhuetas esta noite
a rapsódia em ronda quebra a luz
Enquanto a gôndola navega alto
pela trilha da via láctea
uma melodia romântica que choramos
em um dia nebuloso e apagado
Enquanto a música guia nossos olhos
e ecoa nas catedrais cinzas
quando dezembro nos deixa secos
a torre do sino emperra de novo
Quando a chuva mágica deste baile de confete
não é nada além de nossas lágrimas geladas de além das máscaras celestiais
máscaras celestiais, ou vestidas de estrelas, vestidas de infinito
Um velho veneziano suspira
tonto no banco do canal
quando a maré da estação é a noite
Então as folhas de dezembro caem secas
sobre este lugar melancólico
uma melodia romântica que choramos