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Veneza Sombria

Novembre

Venezia Dismal

Enigma carnival
dancers in the black
Venezia dismal land
countess dour, faceless in her mask

A duel of silhouettes tonight
a rondo rapture breaks the light

As the gondola sails high
by the wake of milky way
a romantic tune we cry
ina misty and faded day

As the music leads our eyes
it echoes in cathedrals grey
when december leaves us dry
then the belfry's stuck again

When the magic rain of this marry confetti dance
is nothing but our icy tears from beyond our skyclad masks
skyclad masks, or starclad, infinite-clad

A venetian oldmen sighs
Reeling to the canal bench
when the season tide is night

Then december leaves fall dry
upon this melancholic place
some romantic tune we cry

Veneza Sombria

Carnaval enigmático
bailarinos de preto
Veneza, terra sombria
condessa carrancuda, sem rosto na máscara

Um duelo de silhuetas esta noite
a rapsódia em ronda quebra a luz

Enquanto a gôndola navega alto
pela trilha da via láctea
uma melodia romântica que choramos
em um dia nebuloso e apagado

Enquanto a música guia nossos olhos
e ecoa nas catedrais cinzas
quando dezembro nos deixa secos
a torre do sino emperra de novo

Quando a chuva mágica deste baile de confete
não é nada além de nossas lágrimas geladas de além das máscaras celestiais
máscaras celestiais, ou vestidas de estrelas, vestidas de infinito

Um velho veneziano suspira
tonto no banco do canal
quando a maré da estação é a noite

Então as folhas de dezembro caem secas
sobre este lugar melancólico
uma melodia romântica que choramos

Composição: Carmelo Orlando