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Milonguita

Nubla

Milonguita

Si respiro no mayor no signica que me siento mejor
Es un intento es invertir un movimiento
Es no pensar desde lo externo es no acostumbrarse a este terreno

Si respiro no menor no significa que me sienta peor
Es hacer huecos con los restos del naufragio
Es tomar aire respirando boca bajo

Nunca fue tan grande lo intangible indefinible
Vamos armados con poderes invisibles
Y a nosotros que crecimos campo abierto no nos asusta la batalla

Los pulmones inchados el polvo en las manos
No nos hara callar
Y a nosotros que luchamos desde siempre no nos agota la batalla

Somos el grito a los poderes de la gente
Somos diez mil millones mas somos la gente
Somos eterno respirar somos corrientes
Somos la carne somos luz somos dementes

Si respiro no mayor no signica que me siento mejor
Es un intento es invertir un movimiento
Es no pensar desde lo externo es no acostumbrarse a este terreno

Si respiro no menor no significa que me sienta peor
Es hacer huecos con los restos del naufragio
Es tomar aire respirando boca bajo

Nunca fue tan grande lo intangible indefinible
Vamos armados con poderes invisibles
Y a nosotros que crecimos campo abierto no nos asusta la batalla

Los pulmones inchados el polvo en las manos
No nos hara callar
Y a nosotros que luchamos desde siempre no nos agota la batalla

Somos el grito a los poderes de la gente
Somos diez mil millones mas somos la gente
Somos eterno respirar somos corrientes
Somos la carne somos luz somos dementes

Milonguita

Se eu respiro não é porque me sinto melhor
É uma tentativa, é inverter um movimento
É não pensar do lado de fora, é não se acostumar com esse terreno

Se eu respiro não é porque me sinto pior
É fazer buracos com os restos do naufrágio
É tomar ar respirando de boca pra baixo

Nunca foi tão grande o intangível indefinível
Vamos armados com poderes invisíveis
E nós que crescemos em campo aberto não temos medo da batalha

Os pulmões inchados, a poeira nas mãos
Não vão nos calar
E nós que lutamos desde sempre não nos esgota a batalha

Somos o grito contra os poderes da galera
Somos dez bilhões a mais, somos a galera
Somos o respirar eterno, somos correntes
Somos a carne, somos luz, somos doidos

Se eu respiro não é porque me sinto melhor
É uma tentativa, é inverter um movimento
É não pensar do lado de fora, é não se acostumar com esse terreno

Se eu respiro não é porque me sinto pior
É fazer buracos com os restos do naufrágio
É tomar ar respirando de boca pra baixo

Nunca foi tão grande o intangível indefinível
Vamos armados com poderes invisíveis
E nós que crescemos em campo aberto não temos medo da batalha

Os pulmões inchados, a poeira nas mãos
Não vão nos calar
E nós que lutamos desde sempre não nos esgota a batalha

Somos o grito contra os poderes da galera
Somos dez bilhões a mais, somos a galera
Somos o respirar eterno, somos correntes
Somos a carne, somos luz, somos doidos