Glass Spirit
sunclad she roamed in dry woods, thickets, burnt ground
no mere shadow against blackening skies
mute air sees and knows a caress of it's beloved
laid to rest for another day in silence has passed
golden age and the slight of cruel cold hands
once spring once bloom once sun once precious perished age
once life once my own once close and dear
and the hush of death sublime
they say you hear when you shiver in the sun
shiver in the sun
how little warmth
cruellest of stars
breed ruin and then
nothing else nothing else nothing else...
but a void
spirits left
weakened hands
glad somehow
one breath taken
stolen from night's grace
sunclad she roamed in dry woods, thickets, burnt ground
naked against a naked sun
Espírito de Vidro
ela vagava vestida de sol em matas secas, arbustos, chão queimado
nenhuma sombra contra os céus escurecendo
a brisa muda vê e conhece o toque de seu amado
descansou por mais um dia em silêncio que passou
a era dourada e o leve toque de mãos cruéis e frias
uma vez primavera, uma vez flores, uma vez sol, uma vez a preciosa era que pereceu
uma vez vida, uma vez minha, uma vez perto e querida
e o silêncio da morte sublime
dizem que você ouve quando treme sob o sol
treme sob o sol
quão pouco calor
as mais cruéis das estrelas
geram ruína e então
nada mais, nada mais, nada mais...
más um vazio
espíritos se foram
mãos enfraquecidas
de alguma forma contente
um suspiro tomado
roubado da graça da noite
ela vagava vestida de sol em matas secas, arbustos, chão queimado
nua contra um sol nu