Matando a la historia
Un hombre hambriento camina por la esquina,
Ya no tiene mas dinero para que coma su familia,
Sus hijos lloran, el no puede soportar,
La miseria y el hambre, que ellos tienen que pasar,
Aunque digan que la crisis ya paso,
Aunque digan que la desocupación bajo,
Su familia tiene hambre y por sus hijos saldrá a robar.
Paren ya! , Deténganse.
Paren ya!, no no mas.
Fíjense, un poco en nosotros,
Fíjense, estamos acá,
No nos van a hacer callar.
Ya no puedo soportar ver a mis ancianos mendigar,
Ellos ya trabajaron, ganaron su pan,
construyeron el futuro, de los que hoy están,
Matando la historia sin nada que respetar.
Matando la historia,
Matando la historia.
Paren ya! , Deténganse.
Paren ya!, no no mas.
Fíjense, seguimos luchando,
Fíjense, seguimos cantando,
Canciones de libertad.
Matando a História
Um homem faminto caminha pela esquina,
Já não tem mais grana pra alimentar sua família,
Seus filhos choram, ele não aguenta mais,
A miséria e a fome que eles têm que enfrentar,
Embora digam que a crise já passou,
Embora digam que o desemprego diminuiu,
Sua família tá com fome e por seus filhos vai roubar.
Parem já! , Detenham-se.
Parem já!, não, não mais.
Olhem, um pouco pra nós,
Olhem, estamos aqui,
Não vão nos calar.
Já não consigo aguentar ver meus velhos mendigando,
Eles já trabalharam, ganharam seu pão,
Construíram o futuro, dos que hoje estão,
Matando a história sem nada pra respeitar.
Matando a história,
Matando a história.
Parem já! , Detenham-se.
Parem já!, não, não mais.
Olhem, seguimos lutando,
Olhem, seguimos cantando,
Canções de liberdade.