Orange Duck
En plein âge de bière, il court les rues de travers
Bien assoiffé, jamais à sec, bien entamé, il pue du bec,
Commence sa grande tournée, pour accroupir du jeunot,
Soigne son pedigree et sort la fraîche du manteau.
Il allonge, il arrose, foi d´éponge, une cirrhose
Il prolonge, il propose, jusqu´a l´aube toutes les doses
Paie son premier verre, sourire en coin c´est offert,
Pour finir sa carrière, car c´est son dernier.
Le Triomphe d´Orange Duck (x 2)
Le roi des crevards, dixit le patron du bar
Non Non Non Roi des crevards
Non Non Non Qui pour le croire
Non Non Non C´est ce qu´on va voir,
T´es bien trop sûr de toi,
Tu ne sais pas qui tu fais boire.
Orange Duck fut surpris,
Sa puissante anesthésie est inefficace,
L´autre toujours de glace,
Les rôles s´inversèrent, la victime devint. Tortionnaire.
Il allonge, il arrose, foi d´éponge, une cirrhose
Il prolonge, il propose, jusqu´à l´aube toutes les doses
Commence à voir trouble, mais Orange Duck lève le coude,
Pour finir sa carrière, car c´est son dernier.
Le Triomphe d´Orange Duck (x2)
Le roi des crevards, dixit le patron du bar.
Cultiver des poivrots, demande un sacré goulot,
Orange Duck le crevard, se fait torcher comme un chiard
L´ordure des bitures, Ethylie plate couture,
Sa viande saoule au parquet, le successeur au taquet
Le Triomphe d´Orange Duck (x2)
Le roi des crevards, dixit le patron du bar
Non Non Non Roi des crevards
Non Non Non A crevé ce soir,
Comme un gros plein de pinard, gerbé sa dernière histoire,
Enterré sous un bar, pour achever son devoir.
Pato Laranja
No auge da bebedeira, ele perambula pelas ruas
Bem sedento, nunca na seca, bem alterado, fede a cachaça,
Começa sua grande tour, pra dar uma segurada no novato,
Cuida do seu pedigree e tira a grana do bolso.
Ele estica, ele rega, fé de esponja, uma cirrose
Ele prolonga, ele propõe, até o amanhecer todas as doses
Paga seu primeiro copo, sorriso de canto é por conta,
Pra encerrar sua carreira, porque é a última.
O Triunfo do Pato Laranja (x2)
O rei dos bêbados, segundo o dono do bar
Não Não Não Rei dos bêbados
Não Não Não Quem acreditaria
Não Não Não É o que vamos ver,
Você tá muito confiante,
Não sabe quem tá te fazendo beber.
Pato Laranja ficou surpreso,
Sua poderosa anestesia não funciona,
O outro sempre gelado,
Os papéis se inverteram, a vítima virou. Torturador.
Ele estica, ele rega, fé de esponja, uma cirrose
Ele prolonga, ele propõe, até o amanhecer todas as doses
Começa a ver embaçado, mas Pato Laranja levanta o copo,
Pra encerrar sua carreira, porque é a última.
O Triunfo do Pato Laranja (x2)
O rei dos bêbados, segundo o dono do bar.
Cultivar bêbados, exige um gargalo e tanto,
Pato Laranja, o bêbado, é tratado como um cachorro
A sujeira das bebedeiras, Etílico plano na costura,
Sua carne embriagada no chão, o sucessor na pressão
O Triunfo do Pato Laranja (x2)
O rei dos bêbados, segundo o dono do bar
Não Não Não Rei dos bêbados
Não Não Não Morreu essa noite,
Como um porre de vinho, vomitou sua última história,
Enterrado sob um bar, pra cumprir seu dever.