Dama de Copas
Nunca Mates o Mandarim
Não quis falar
Está-me a roer por dentro
P’ra quê tentar?
Se tudo cai com o tempo
E tenho andado
Enferrujado e lento
Um tiro ao alvo
Não cai do lado certo
Tu sacas da dama de copas
E o trunfo me cheira a batota
E tu tens que pensar
És tu e eu
És tu e eu
Aprendi
Com os velhos do Marquês
Não sorrir
E nunca a dar a vez
Aprendi
A ser quem dá as notas
Desde ti
Não quis fazer batota
Voltamos de novo ao baralho
Tu viras a mesa ao contrário
Espalham-se os dados e as notas
Tu sacas da dama de copas
Revoltas-te e gritas do fundo da rua
Coisas como filho da puta
E eu rio e troço da forma que troças
E pesco-te a dama de copas
E tens de pensar
És tu e eu
És tu e eu



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