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Pavor Nocturnus

Nyktalgia

Pavor Nocturnus

This nameless, tedious agony I feel
A depressing darkness tragedy
The walls stare empty and cold
A rush of mischievous thoughts so old

Stare into a lost souls space
Whispering curses - insomnias face
Pain decelerats time
Bury in sleep the fears of mine

A nightmare of brooding and apprehension
The shroud of self-contemplation
Breast full of burdensome sadness
Shrinking existence - resignation madness

Profund anxiety, miserable me
Forlorn in time and burning alive
Shrill at your life for cursing thee
At last in dark oblivion you dive

Upon the weary eyes and wasted brain;
And all sad scenes and thoughts and feelings vanish
In that sweet sleep no power can ever banish,
That one best sleep whicht never wakes again.

Aequo animo excipe necessaria

Pavor Nocturnus

Essa agonia sem nome e tediosa que sinto
Uma tragédia de escuridão deprimente
As paredes olham vazias e frias
Uma onda de pensamentos travessos tão antigos

Olho para o espaço de almas perdidas
Sussurrando maldições - a face da insônia
A dor desacelera o tempo
Enterro no sono os medos que são meus

Um pesadelo de reflexão e apreensão
O manto da autoanálise
Peito cheio de uma tristeza pesada
Existência encolhida - loucura da resignação

Profunda ansiedade, miserável eu
Perdido no tempo e queimando vivo
Gritando pela sua vida por te amaldiçoar
Por fim, no esquecimento sombrio você mergulha

Sobre os olhos cansados e o cérebro exaurido;
E todas as cenas tristes, pensamentos e sentimentos desaparecem
Nesse doce sono que nenhum poder pode banir,
Aquele melhor sono que nunca mais acorda.

Receba com calma o que é necessário

Composição: