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Perante Ao Barro

O Último dos Dons

Letra

    Oh Pai!

    Vivendo de par em par
    O impar dos meus dias, meu amor
    Meu coração acelerado em pleno sofá da sala
    Onde o café não tem o gosto amargo
    E as nuvens não são de algodão

    O que me faz ser um bom cidadão
    Que paga suas contas
    E que vai à feira fazer suas compras
    E de centavo em centavo
    Na palavra os homens só são barro
    E o dinheiro é uma ilusão

    O tempo consome a todos os aflitos
    Meu amigo eu sei
    Implacável pra todos os seres
    Nem tudo é poesia e dentre
    A correria do sinal da escola
    Quinze minutos de recreio

    Então eu desligo todas as minhas redes moveis
    E o celular eu boto em modo avião
    O interfone amor é só deixar fora do gancho
    E vem deitar comigo dona no nosso colchão

    Eu sei!
    Porque a notícia ruim sempre dá um jeito de chegar
    Porque a mensagem ruim sempre dá um jeito de chegar
    Então deixa pra amanhã amor toda essa canseira
    Deixa, deixa

    Pai eu peço perdão, perdão, perdão
    Por toda vez que a minha mente insã
    Me fez buscar, me fez querer
    Me fez saber e viver as coisas desse mundo

    Deus peço desculpa por cada vez
    Que deixei de levar palavra e força ao irmão meu
    Que eu me ocultei que eu falhei
    Que eu duvidei que eu errei, que eu menti

    Porque eu sou só um homem Pai, bem pequenininho
    Perante a imensidão, sim, das estrelas do universo
    Que caio que joelho perante ao barro
    Nesse chão queimado que me criou e me fez mais forte
    Enquanto o Sol queima minha testa
    E cozinha os meus sonhos

    E sobre a linha do Sol um terço dos anjos
    Admirando a sinfonia sagrada da terra
    O amor de Deus no canto das aves
    Anunciando sucesso, a primeira quimera
    E do sangue e barro urgiu a maldade
    A mais cruel e mais complexa das criaturas
    Que devastava o mundo pra fazer dinheiro
    E castigava o próprio povo, tolo, com censura

    Oh Pai!
    Oh Pai!
    Oh Pai!
    Oh Pai!
    E castigava o próprio povo, tolo, com censura

    Oh Pai!
    Oh Pai!
    Oh Pai!
    Oh Pai!
    Oh Pai!
    Oh Pai!
    Oh Pai!
    E castigava o próprio povo, tolo, com censura

    Porque a notícia ruim sempre dá um jeito de chegar
    Porque a mensagem ruim sempre dá um jeito de chegar
    Porque a notícia ruim sempre dá um jeito de chegar
    Amém!


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