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Adeus

Oblivion's Mighty Trash

Chaito

Sin mirar negro, ojos tapados
Yo, Lo-pocalypse Loops (Mhm)
It's the end, uh
It's the end, es el final- It's the end, uh
Gracias a mí, gracias a vos, gracias a todos
Que hijueputa- Que hijueputa, uh (¡Ja, ja!)
Bye, bye, bye, bye, adiosito, chao, chao
(Mhm)

No sé qué ni quién puede aliviar dolores
Un incienso de cáñamo para malos olores (Uh)
Larga existencia al boombap, a todos sus autores
Y pronta muerte al clero, al fiscal y a sus cobradores (Fuck you!)
Me despedí de santos, pirobos y habladores
A los profesionales que alardean de sus cartones
Puede que me desplome, si el odio me carcome
Pero ningún cretino va a lograr que me desengome
¿Y cómo es? (Huh) Un paso a la vez (Uh)
Preguntan si vuelvo a casa... (¿Si o no?) Es un tal vez
Es por eso que al salir te dije que no me esperés
Que me quedé haciendo canciones, playing con los chécheres
Decir adiós a quien querés es más difícil que saludar a quien odias
No finjan amistades, la peor de las parodias
Siganse, abranse, larguense
Y si tienen problemas con mi ausencia, negro, parense
Mentiras que qué pereza (Yo-)

Soy perezoso para las peleas, prefiero despedirme (Chao, chao)
Pero si tocan a mis bros, no puedo resistirme
Pero si tocan a mis girls, no puedo contenerme
Haré que sufran, y lo haré hasta que yo pueda irme
No olvido dar el puño cuando el parche acaba
Aunque llegué sin mucho y encontré lo que buscaba
Tranquilidad sin precio, las voces reposadas
Que se van de mi memoria flotando entre las caladas
¿Qué pasó ayer? Te fuiste sin avisarme
Es complicado, ojalá pudiera contarte pero-
Quedáte tranqui bro, que no quiero agobiarte (Tranquilo)
Y solo es la realidad que nunca tarda en arrollarme
La conciencia partida en 420 piezas
Metido en mi casa quemando barquillos Piazza
Pa' pilotear la traga tesa, el dolor de cabeza (Ajá)
Que produce no copiar de duques ni marquesas
Ni de tombos ni empresas
Solo hablarle en versos al micro y utilizarlo de cetro pa' tirarte los hechizos, que hacen que te lances a las vías del metro
Bases tranquilas pa' niños inquietos, y eso no es todo
Escuchando canciones más extrañas que mi apodo
Con dolor articular por par tatuajes en el codo
Pensando en putear mil dogmas, vivir a nuestro modo
Tirar un concierto en Notre Dame al lado de Quasimodo
Y que las gárgolas me hagan los coros ¡Ja!
Y que bajen mis temas piratas de YouTube y de mil foros
El rap me sale ya hasta por los poros, man
Nos estaremos pillando, nos vemos pronto

¿Qué hubo hijo?
¿Qué hubo má? ¿Aló?
Nada, nada. Solo saludando acá
Ah (Sisas)
Saludando... ¿Qué? (Nos vemos pronto) No, nada. Solamente la quería saludar má (Ey, ey, ey, nos vemos pronto)
Porque no hablo con- (Adiós motherfuckers)
¡Seguro, seguro! ¿Pasó algo?
¡Noo, jo, jo! Sino que es que estoy grabando en este momento
Ah, bueno
Estoy grabando su voz
Ah, bueno. Te amo, te amo mucho y creo mucho en vos. Mucho
Te amo
Yo también

Adeus

Sem olhar para trás, olhos vendados
Eu, Lo-pocalypse Loops (Mhm)
É o fim, uh
É o fim, é o final- É o fim, uh
Obrigado a mim, obrigado a você, obrigado a todos
Que filho da mãe- Que filho da mãe, uh (Ha, ha!)
Tchau, tchau, tchau, tchau, adeus, tchau, tchau
(Mhm)

Não sei o que ou quem pode aliviar dores
Um incenso de cânhamo para maus odores (Uh)
Longa vida ao boombap, a todos os seus autores
E morte rápida ao clero, ao promotor e aos seus cobradores (Foda-se!)
Me despedi de santos, safados e tagarelas
Aos profissionais que se gabam de seus diplomas
Pode ser que eu desmorone, se o ódio me corroer
Mas nenhum cretino vai conseguir me desanimar
E como é? (Huh) Um passo de cada vez (Uh)
Perguntam se estou voltando para casa... (Sim ou não?) É um talvez
Por isso, ao sair, disse para não me esperar
Que fiquei fazendo músicas, brincando com os brinquedos
Dizer adeus a quem você ama é mais difícil do que cumprimentar quem você odeia
Não finjam amizades, a pior das paródias
Sigam em frente, se afastem, saiam
E se tiverem problemas com minha ausência, parem, safados
Mentiras, que preguiça (Eu-)

Sou preguiçoso para brigas, prefiro me despedir (Tchau, tchau)
Mas se mexerem com meus manos, não consigo resistir
Mas se mexerem com minhas minas, não consigo me conter
Farei sofrer, e farei até poder partir
Não esqueço de dar um soco quando a festa acaba
Embora tenha chegado sem muito e encontrado o que procurava
Tranquilidade sem preço, vozes calmas
Que saem da minha memória flutuando entre as tragadas
O que aconteceu ontem? Você foi embora sem me avisar
É complicado, gostaria de poder te contar mas-
Fique tranquilo mano, não quero te sobrecarregar (Tranquilo)
E é apenas a realidade que nunca demora a me atingir
A consciência dividida em 420 pedaços
Enfiado em casa queimando cones Piazza
Para pilotar a brisa forte, a dor de cabeça (Ah)
Que vem de não copiar duques ou marquesas
Nem tiras nem empresas
Apenas falar em versos no microfone e usá-lo como cetro para lançar feitiços, que fazem você se jogar nos trilhos do metrô
Bases tranquilas para crianças inquietas, e isso não é tudo
Ouvindo músicas mais estranhas que meu apelido
Com dor nas articulações por causa de tatuagens no cotovelo
Pensando em questionar mil dogmas, viver do nosso jeito
Fazer um show na Notre Dame ao lado de Quasimodo
E que as gárgulas façam os coros, ha!
E que baixem minhas músicas piratas do YouTube e de mil fóruns
O rap já sai até pelos poros, mano
Nos veremos em breve, até logo

Como vai, filho?
Como vai, mãe? Alô?
Nada, nada. Apenas cumprimentando aqui
Ah (Sisas)
Cumprimentando... O quê? (Até logo, até logo. Nos vemos em breve) Não, nada. Só queria te cumprimentar, mãe (Ei, ei, ei, nos vemos em breve)
Porque não falo com- (Adeus, filhos da mãe)
Claro, claro! Aconteceu algo?
Nããão, hahaha! É que estou gravando neste momento
Ah, tudo bem
Estou gravando sua voz
Ah, tudo bem. Te amo, te amo muito e acredito muito em você. Muito
Te amo
Eu também

Composição: Carla Sierra