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Goya

Oblivion's Mighty Trash

Goya

Panas in tha back parchando
Y rascando la macoña
Jacto de ser el más hardcore
Como cuadro de goya

Que sin cabezas los deja
(Cómo así)
Que los degoya
Y que de joyas los despeja
Paraíso de cotoyas

O mejor dicho toyacos
Dándoselas de narcos
Narcóticos sónicos
Icónicos de este relato

Porque hoy por hoy
Por el estrago yo me destaco
Y soy como la piraña
En la dt evitando el taco

And turn it up
Easy come, easy go
Is that mothafucka oblivion
Goin thru tha front door

Nigga

Estilo poco fino y lukas de a dos
Me avecino de mezquinos
Felinos encadenados

Maldito como sísifo
Cargo una piedra en zancos
Y de estanco en estanco
Quedo cojo y manco

Escuchando un tango
Canto lujurioso
Y sobre un beat amargo
Las bocas les coso

El rap me ama
Y el pecado es mi groupie
Mis palabras se apartan
De tramar con cualquier pupi

And fuck yo corny shit
Perro quién se para al brinco
En medio de este tropel
Me matarán como Abraham Lincoln

Y finjo que nada me interesa
Sin llegar a 25 ya asesiné mi pureza
Y la reemplacé con destreza
Un boombap asarozo y sin pizca de limpieza
Una cara de odios
Y mil kilos de maleza

Me siento a conversar
Con mi rayé de media noche
Mientras ayax me recuerda
Que esta noche no hay reproche

Con el boombap hago un coche
Con rimas hago un cinturón que
Nunca se desabroche
Y voy piloteando el trasnoche

De roce a través del aquelarre
Reposo en el trance, y ojo
Donde me agarre
Que ya nada me azare
Son cuestiones de azar
Las brujas me hacen amarres
Pa’ no dejarme rapear

Y al hablar cuídese
Que no se muerda la lengua
Dientes envenenados
Por comerse a las culebras
Sobre un beat quiebrapiernas
Su hiphop anda en muletas
Movidos por afanes de que
Les muestren las (tetas)

Los dos ojos al rojo vivo
Estoy puesto para el rap
Me hago matar por lo que
Escribo

Me devuelvo pa’ la rancha
Estoy poco receptivo
Solo un poco reseteao’
Ya el tiempo ni lo percibo

El cheque no lo persigo
No le demuestro afecto
Siempre lo dejo en visto
Pa’ que se me acerque lento

Si en disquera no me siento
Alimento su descontento
No le doy gusto al tirano
De los años mil seiscientos

La vuelta no me la invento
Pa’ robarme a sus paisanas
No se rezan padrenuestros
Pa’ las malicias gitanas

Sin los magos ni las hoces
Se forman fiestas paganas
Solo es necesario organic
Par litrazos y los panas

Goya

Panas in tha back patching
E coçando a macaña
Vanglorie-se de ser o mais hardcore
como uma pintura de goya

Isso os deixa sem cabeça
(Como assim)
que degoya eles
E que jóias isso os limpa
paraíso de cotoyas

Ou melhor, toyacos
Dando a eles como narcotraficantes
Narcóticos Sônicos
Icônico desta história

Porque hoje
Por causa do caos eu me destaco
E eu sou como a piranha
No dt evitando o taco

E aumente o volume
Assim como vem, também vai
Isso é um esquecimento maldito
Passando pela porta da frente

Preto

Estilo não muito fino e lukas em pares
Eu pareço mesquinho
Felinos acorrentados

Amaldiçoado como Sísifo
Eu carrego uma pedra sobre palafitas
E de tabacaria em tabacaria
Fiquei coxo e maneta

ouvindo um tango
canção lasciva
E em uma batida amarga
Eu costuro suas bocas

rap me ama
E o pecado é minha groupie
minhas palavras desaparecem
Para conspirar com qualquer pupi

E me foda, merda brega
Cachorro que para de pular
No meio dessa multidão
Eles vão me matar como Abraham Lincoln

E eu finjo que nada me interessa
Sem chegar aos 25 já matei minha pureza
E eu substituí isso por habilidade
Um asarozo boombap e sem nenhum pingo de limpeza
Uma cara de ódio
E mil quilos de maconha

eu sento para conversar
Com minha sequência da meia-noite
Enquanto Ajax me lembra
Que esta noite não há censura

Com o boombap eu faço um carro
Com rimas faço um cinto que
Nunca desabotoe
E estou pilotando a noite

De esfregar no coven
Descanse em transe e tenha cuidado
Onde você me agarra?
Que nada mais me dará chance
São questões de acaso
As bruxas me amarram
Para não me deixar fazer rap

E quando você falar, tome cuidado
Não morda sua língua
Dentes envenenados
Por comer cobras
Em uma batida de quebrar pernas
Seu hiphop anda de muletas
Movido por desejos que
Mostre a eles seus (seios)

Ambos os olhos vermelhos e quentes
Estou pronto para o rap
Eu sou morto por quê
escrevo

vou voltar para o rancho
não sou muito receptivo
Basta redefinir um pouco
Eu nem percebo mais o tempo

Eu não persigo o cheque
Eu não demonstro carinho
Eu sempre deixo isso à vista
Para que ele se aproxime de mim lentamente

Se eu não me sinto na gravadora
Eu alimento seu descontentamento
Eu não gosto do tirano
Dos mil e seiscentos anos

Eu não estou inventando o retorno
Para roubar de suas compatriotas
Nossos pais não recebem oração
Pela malícia cigana

Sem os magos ou as foices
Festivais pagãos são formados
Você só precisa de orgânicos
Par de litros e veludo cotelê

Composição: oblivion’s mighty trash