Hoja Sin Titulo
Say: What? Again
Say: What? Again
I dare you
I double dare you, motherfucker
Say: What? One more goddamn time
What?
What?
What?
Ey, dice, ¿Cómo?
Oblivion in this bitch
Yeah, hijueputa
Baterías que retumban como nuclear explosion
Audífonos puestos y de tabaco es la lotion
Soy unas Retro One entre mil zapatos de Croydon
Conocimos al rap, andamos en contra del código
Fuera de lo común, motherfuckers de otro mundo
Mi consciencia se hundió en el hip-hop profundo
El pánico cunde porque como yo hay escasos, yo no abundo
Mantengo con los panas de borondo por Nueva Macondo
Medallo, pá
No mеdallas de oro, ni plata pa' darles cadenas dе bronce a todo el coro
Chirretes en las lomas poniendo a picar el toro
Y estatuas en cada esquina de santos que ya no adoro
Flotando en el andén sin fijarme en la hora
Y entre en paredes de adobe que [?]
Salgo ileso de autopistas y retenes
Que me dicten condena no hará que me condenen
Tenéte del asiento cuando manejo yo
Derrapo entre las curvas de las que nadie salió
Derecho sobre el beat a doscientas barras por hora
Y la farola delatora va alumbrándome el capó
Que no busquen lo que hago
Soy fugitivo mi rapear entre los varos
Flow adictivo, motherfucker
What's the problem? (What?) ¿Cuál es el güiro?
No planeo la retirada ni después de mi retiro
Ey-yo, se callan todas las jetas cuando grito: One check!
A la caja no la oprime ni la tomba ni el INPEC
I got the techniques from [?]
Pelao' sin un peso y sin cadenas on my neck, yeah
Rey sin imperio, sin corona y poco serio
Cantando en callejones como gato en cementerio
Con un ojo morado y cigarros de refrigerio
Se echó la bendición para quemar un monasterio, hold on
Mierda lengendaria que ya no se escucha
Y los que se la saben la gritan duro en la ducha
Yo llenando la hucha y afuera mucha lucha
Muchacho, escuche bien como la cierra los serrucha
Sin astucia, si es pa' mentir la gente no me ve la gracia
Si es para rapear me escucharán hasta en Venecia
Soy como la droga a la que el colino se envicia
Yo soy como la música cantada con sevicia, con ira y avaricia
Con gula de letras que no calma la pereza
Que traigan la cerveza que el estilo me pesa
Porque en un beat complejo es más certera la simpleza
Las gatas no me besan si yo me beso la base
Que me pone a bailar y que no deja que me atrase
Yo no suelo exagerar ni dejar cosas pasar
No me venderé en bazar ni aunque una diosa me bailase
Me abro sin vehículo, muy lejos de su círculo
Por un fallo de cálculos no me colgué del cinturón
Los himnos de muchos fueron hojas sin título
Escritas por dementes desde fuera del cubículo
What's up, motherfucker?
[Instrumental]
Does he look like a bitch?
What?
Página Sem Título
Diga: O quê? Novamente
Diga: O quê? Novamente
Eu te desafio
Eu te desafio de novo, desgraçado
Diga: O quê? Mais uma vez, maldito
O quê?
O quê?
O quê?
Ei, diz, Como?
Oblívio nessa vadia
Sim, desgraçado
Baterias que ressoam como explosão nuclear
Fones de ouvido e tabaco é a loção
Sou um Retro One entre mil sapatos de Croydon
Conhecemos o rap, estamos contra o código
Fora do comum, desgraçados de outro mundo
Minha consciência afundou no hip-hop profundo
O pânico se espalha porque como eu há poucos, eu não sou abundante
Mantenho com os amigos de farra por Nova Macondo
Medellín, mano
Não tenho medalhas de ouro, nem prata para dar correntes de bronze para todo o coro
Cabelos nas colinas fazendo o touro picar
E estátuas em cada esquina de santos que já não adoro
Flutuando na plataforma sem olhar para a hora
E entre paredes de adobe que [?]
Saio ileso de autoestradas e bloqueios
Que me ditem sentença não fará com que me condenem
Segure-se no banco quando eu dirijo
Derrapo entre as curvas das quais ninguém saiu
Direto sobre o beat a duzentas barras por hora
E o poste delator vai iluminando o capô
Que não procurem o que faço
Sou fugitivo meu rap entre os varões
Flow viciante, desgraçado
Qual é o problema? (O quê?) Qual é o problema?
Não planejo a retirada nem depois da minha aposentadoria
Ei, todos se calam quando eu grito: Um cheque!
A caixa não é pressionada nem pela tumba nem pelo INPEC
Eu tenho as técnicas de [?]
Careca sem um centavo e sem correntes no meu pescoço, sim
Rei sem império, sem coroa e pouco sério
Cantando em becos como um gato em cemitério
Com um olho roxo e cigarros de lanche
Ele deu a bênção para queimar um mosteiro, espere
Merda lendária que não se ouve mais
E aqueles que a conhecem gritam alto no chuveiro
Eu enchendo o cofrinho e lá fora muita luta
Rapaz, ouça bem como ele fecha com a serra
Sem astúcia, se é para mentir as pessoas não veem a graça
Se é para rimar, me ouvirão até em Veneza
Sou como a droga que o viciado se envolve
Eu sou como a música cantada com violência, com raiva e avareza
Com gula de letras que não acalma a preguiça
Traga a cerveja que o estilo me pesa
Porque em um beat complexo a simplicidade é mais certeira
As gatas não me beijam se eu beijar a base
Que me faz dançar e não deixa que eu atrase
Eu não costumo exagerar ou deixar as coisas passarem
Não me venderei no bazar nem mesmo se uma deusa dançasse para mim
Eu me abro sem veículo, muito longe do seu círculo
Por um erro de cálculo não me pendurei no cinto
Os hinos de muitos foram páginas sem título
Escritas por dementes de fora do cubículo
E aí, desgraçado?
[Instrumental]
Ele parece uma vadia?
O quê?
Composição: Oblivion's Mighty Trash