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Caixa de sonhos

OBREROS ROCK

Caja de Sueños

Ay, y me eché a volar en la tempestad
Y pretendía no caer
Mi avión de papel, del diario de ayer
Y en los clasificados, yo y mi amor, en vilo

Ay, y me aterricé en el aerocierto de este incierto
Y sin querer se me vino al suelo
Este mi cielo de Babel, y su confusión también

Otra vez sobre mis pies, de acá veo bien, de acá también veo bien
Y deje bajo la alfombra un sueño a estrenar
Y hoy que andamos de sonrisas lo pase a buscar

Ay, y me entredormí
Soñando que en mi vivía un reino y yo era el rey
Soberano y ley
Y princesas que juegan a ser reinas
Cuando estoy dormido

Ay, y me desperté
Justo en el momento en que mi aliento sin querer
Tiró por el suelo mi castillo de naipes
Destruyendo todo y rey

Otra vez un arlequín no está tan mal, puedo hacerte reír
Y escondido entre las sombras me dejé a esperar
Y hoy que andamos de caricias me pasé a buscar

Quité virtudes de las virtudes
Fui donde no hay
Condenado a esta virtud de desvirtuar
Caja de sueños, yo las aristas por no soñar
Perdí de vista a los elitistas
Y me adentré en tu mirar

Nah, nah, nah, nah, en tu mirar
Nah, nah, nah, nah, veo quien soy en tu mirar
Nah, nah, nah, nah, me descubro en tu mirar

Caixa de sonhos

Sim, e eu voei na tempestade
E fingiu não cair
Meu avião de papel, do jornal de ontem
E nos classificados, eu e meu amor, em suspense

Sim, e eu pousei no campo de aviação desta incerta
E, sem querer, veio ao chão
Este meu paraíso de Babel, e sua confusão também

De novo em pé, daqui eu vejo bem, daqui eu também vejo bem
E deixe um novo sonho debaixo do tapete
E hoje que andamos de sorrisos, fui procurá-lo

Sim, e eu adormeci
Sonhar que um reino vivia em mim e eu era o rei
Soberano e lei
E princesas que fingem ser rainhas
Quando estou dormindo

Sim, e eu acordei
Bem no momento em que minha respiração inadvertidamente
Ele jogou meu castelo de cartas no chão
Destruindo tudo e rei

Mais uma vez, um arlequim não é tão ruim, posso te fazer rir
E escondido nas sombras eu me deixo esperar
E hoje que estamos acariciando fui procurar

Eu removi virtudes de virtudes
Eu fui onde não há
Condenado a esta virtude de distorcer
Caixa dos sonhos, eu nas arestas para não sonhar
Perdi de vista os elitistas
E eu entrei no seu look

Nah, nah, nah, nah, no seu visual
Nah, nah, nah, nah, eu vejo quem eu sou no seu visual
Nah, nah, nah, nah, eu me descubro no seu visual

Composição: OBREROS ROCK