Pirmyn !
PIRMYN !
(muzika: 2005 kovas;þodþiai: 2005 kovas)
Vardan tø, kurie krito,
Neleidæ uþgest iki ryto,
Ugnim grudinæ valià,
Tamsoj pasilikt negali...
Vardan tø, kurie laukë,
Vilkais staugë,
Atgal nerado sau kelio
Stovëjo tvirtai iki galo...
Ir imk...
Mano balnà, þirgà melnà,
Kraujo delnà, þenklà, nori paslëpti randà?
Begalë metø pavirto á saujà ðaltinio vandens,
Ledinio vandens..
Ir tark...
Medþio vardà, vëjo vardà,
Aðtrø kardà, prasmæ randa, kelias á krantà,
Begalæ þingsniø á niekur ir vis dar ant kojø,
Á prieká, á prieká, pirmyn...
Vardan tø, kurie neðë,
Ugnim vardus uþraðë,
Vardan praradusiø viskà,
Akiø ðviesa tebetviska...
Vardan paskutinio laðo,
Gyvybë mirties atsipraðo,
Iðeina á vakarus saulë,
Pirmyn! ... á anà pasaulá.....
Pra Frente!
PRA FRENTE!
(palco: 2005; letras: 2005)
Em nome daqueles que caíram,
Não deixaram apagar até o amanhecer,
Com a força do fogo,
Na escuridão não podem ficar...
Em nome daqueles que esperaram,
Os lobos uivaram,
Não encontraram o caminho de volta,
Ficaram firmes até o fim...
E pega...
Minha sela, a égua negra,
A palma ensanguentada, quer esconder a cicatriz?
Incontáveis anos se tornaram em um punhado de água da fonte,
Água gelada...
E diz...
O nome da madeira, o nome do vento,
A espada cortante, o sentido da cicatriz, o caminho para a margem,
Incontáveis passos para lugar nenhum e ainda de pé,
Pra frente, pra frente, pra frente...
Em nome daqueles que carregaram,
Com fogo escreveram os nomes,
Em nome dos que perderam tudo,
A luz dos olhos ainda brilha...
Em nome da última gota,
A vida pede desculpas à morte,
O sol se põe no ocidente,
Pra frente!... para aquele mundo.....