Menulio Karunos Kautynes
Vasario siaurys kinke vejus namon
Perpjautom gerklem inkste vokieciu sunys
Varnai suko ratus virs degesiu kruvu -
Livonija puole po kojom lietuviu!
Kas svetima buvo siai zemei sventai
Isnyko su dumais, krauju nutekejo,
Kur dar pries dvi saules skambejo
Keista gargaliuota kalba
Dabar plytejo dykra
Ir ziezirbom vejas kalbejo
Pazvelki, kryzeivi, i mano akis
Kas tai per sviesa, kuri sklinda is ju
Kur dauzo i sipulius tavo nieksiska zvilgsni!
Kas tai per ugnis, kuri dega sirdy
Kur liepsnoja juoda nekentimo liepsna
Kas tai per jega, kuri rankom plikom
Traisko tave gelezini!
Girgzdejo apkrauti rogiu kaustytu remai
Dziugiai prunkste zirgai
Namu veja uzuosdami
Pergales grobi ant kupros
Pergales slove sirdy
Neses lietuviai
Kunigaikscio Treniotos namo vedami
Paskendusia isdavysteje
Ryga jau gaube tamsa.
Kryznesiu isverstskuriu buriai
Pasaloj lauke lietuviu
Nakties danguje sidabriniu kardu
Debesis skrode Menulis
Kazkur tolumoj nuaidejo
Stovyklos sargu aimana
Lyg kraupiausiam sapne
Aplink sujudo tamsa
Mirtina menulio sviesa
Suzibo kardu asmenyse
Kas priesu liko gyvas
Dekojo saviems nelabiems ir sventiems
Kad isnese nieksiska kaili
Is mirtinu gniauztu lietuviu
...Tokiu nedaug buvo!
As Canções de Menulio
O vento de fevereiro sopra pra casa
Os cães alemães latem com suas gargantas
Os corvos ciscam em cima das pilhas de cinzas -
A Livônia caiu sob os pés dos lituanos!
O que era estranho para esta terra sagrada
Desapareceu em fumaça, escorreu em sangue,
Onde antes, há duas gerações, soava
Uma estranha língua gorgolejante
Agora se estende um deserto
E o vento falava com os grilos.
Olhe, cruzado, nos meus olhos
Que luz é essa que emana deles
Que quebra o olhar insignificante que te fere!
Que fogo é esse que arde no coração
Onde brilha a chama negra do ódio
Que força é essa que com mãos nuas
Te esmaga como ferro!
Os trenós rangiam sob o peso das cargas
Os cavalos relinchavam alegremente
Sentindo o cheiro da casa
A vitória carregada nas costas
A glória da vitória no coração
Os lituanos marchavam
Guiados para casa pelo príncipe Treniota.
Afundados na traição
Riga já é envolta em trevas.
Os cruzados, em bandos, se espalham
No campo, os lituanos
No céu noturno, com espadas prateadas
As nuvens cortavam o Menulis
Em algum lugar distante relampejava
O lamento dos guardas do acampamento
Como no mais horrendo dos pesadelos
A escuridão se agitou ao redor
A mortal luz da lua
Brilhou nas lâminas das espadas
Quem sobrou vivo entre os inimigos
Agradeceu aos seus não tão bons e santos
Por terem tirado a pele insignificante
Das garras mortais dos lituanos
...Eram poucos assim!