Vilkolakiai
Isvaduota jegu, tamsoje isaustu
Dvasios gelmese bunda galia
Dovanota rusciu zveriaveidziu Dievu
Virs kariaunos iskyla kruvina veliava
Urzgia, staugia kariai, nuramint nepavyks
Kraujo troskulio ju arsiose sirdyse
Kojos nesa pirmyn, akys iesko aukos
Musio pradzia paskelbs nuridenta galva
Uzvaldo krauju persisunkus aistra
Ir akys isiplieskia pykcio liepsna...
Kraujas tryksta stulpais, stojas piestu zirgai
Is zaizdu kamuoliais verzias zuvusiu veles
Lauka gaubia migla, apzavu sukelta
Is landyniu savu protuos smelkiasi zverys
Temsta akys kariu, aptaskytos krauju
Tai, kas buvo zmogaus, tapo valioj zveries
Ginklus keite nagai, veidai virto nasrais
Priesa griebus ranka traiske lokio jega
Pagimdyti vilku ir zindyti krauju
Priesu kaukolem zaide uzauge miske
Karo mena ivalde is Dievu uzdraustu
Gime tam, kad numirtu musio lauke
Verdantis kraujas tryksta jega
Mirties sekla paseja priesu sirdyse
Siaubas skaide placias maldininku gretas
Mirtis myne ju veliavas zemen
Kraujy skendo balti kryznesiu angelai
Kryzium liko gulet daugel kunu kryzmu
Melskis ar nesimelsk savo dievui, sunie
Svetimsali kryziuotu apsiaustu
Tavo varda ant zemes parasysiu krauju
Ir isplesiu suns sirdi is krutines tavos
Su krauju atejes is seniausiu laiku
Tartas siaubo sukaustytom lupom
sirdyje israizytas nagu, pasleptas randu
Uzkeiktas kario zenklu vardas...
VILKOLAKIAI!
Lobis de Lobo
Liberada a força, na escuridão se ergue
Espíritos despertam na profundidade
Dado por deuses que observam as feras
Sobre as tropas se levanta a bandeira sangrenta
Rugem, uivam os soldados, acalmar não vai dar
A sede de sangue queima em seus corações
Pés avançam, olhos buscam a vítima
O início da batalha será anunciado pela cabeça decapitada
Dominados pela paixão impregnada de sangue
E os olhos se inflamam com a chama da ira...
O sangue jorra como colunas, os cavalos se erguem
Das feridas, bolas de carne surgem dos mortos
O campo é coberto por uma névoa, levantada pela luta
Das profundezas, as feras se infiltram em nossas mentes
Escurecem os olhos dos guerreiros, manchados de sangue
O que era humano se tornou a vontade da fera
As armas foram trocadas por garras, rostos viraram máscaras
A mão que pegou o juramento despedaça a força do urso
Gerar lobos e nutrir com sangue
Jogando com as caveiras dos inimigos, cresceu na floresta
A arte da guerra dominou o que os deuses proibiram
Nasceu para morrer no campo de batalha
O sangue fervente jorra com força
A semente da morte semeia nos corações dos inimigos
O terror dividiu as amplas fileiras dos fiéis
A morte pisoteou suas bandeiras no chão
Os anjos brancos afundaram no sangue dos cruzados
Restaram muitos corpos cruzados em um único túmulo
Reze ou não reze ao seu deus, cachorro
No manto dos cruzados estrangeiros
Seu nome na terra eu escreverei com sangue
E arrancarei o coração do seu peito
Com sangue vindo de tempos antigos
Acordo do terror com lábios acorrentados
No coração, enredado por garras, escondido por cicatrizes
Maldito é o nome marcado pelo símbolo do guerreiro...
LOBISOMENS!