Prieðà Parklupdyk
Þaizdos negyja, nes nëra vilties sugráþti namo,
Kalbos netyla, sëjanèios baimæ kario galvoj.
Svetimas kraðtas, tolimas kelias, þemë juoda,
Mûðis parodys, kokia gi lietuviðko plieno galia...
Pulk, Kirsk ir Þudyk!
Prieðà Parklupdyk!
Pergalës gydo þaizdas, primena randai klaidas,
Dainos sudëtos áamþina vyrø narsiausiø kovas.
Þemë prisimena kraujà, pavirtusá pievom nykiom,
Karo keliai paþenklinti þirgo kanopom juodom.
Skomantas vedë jotvingiø pulkus per Pinsko þemes,
Dûmais paleido kas dega, atlygino boèiø skriaudas,
Traidená, Kernavës valdovà, rusas ilgai dar atmins,
Prakeiktas ne kartà uþ mirtinus þygius narsus karvedys...
Antes de Cair
As feridas não cicatrizam, pois não há esperança de voltar pra casa,
As palavras se calam, semeando o medo na cabeça do guerreiro.
Terra estranha, caminho distante, chão escuro,
A batalha mostrará a força do aço lituano...
Ataca, Kirsk e Mata!
Antes de Cair!
As vitórias curam as feridas, lembram os erros das cicatrizes,
As canções compostas ecoam as mais corajosas lutas dos homens.
A terra se lembra do sangue, transformada em campos desolados,
Os caminhos da guerra marcados pelas patas dos cavalos negros.
Skomantas liderou os batalhões jotvingianos pelas terras de Pinskas,
Lançou chamas sobre o que arde, vingou as ofensas dos nobres,
Traidenas, o governante de Kernavė, o russo ainda lembrará por muito tempo,
Maldito seja mais uma vez o audacioso comandante por suas feridas mortais...