Þirgas Parneð Mano Kûnà Namo
Pirmyn! Raiti viesulai,
Þemæ sudrebinkit, prieðas lai bijo!
Karèiais ugniniais þirgai
Neða per dykvietes vyrus.
Priesaikà tvirtino savo krauju
Protëviø kerðtà atlikt iki galo,
Matë Dievai, kiek paklota galvø,
Matë, kaip kraujas þemæ iðvalo...
Kautis, ginklais pamojuot
Trokðta kiekvienas narsuolis,
Prieðà nors vienà nudobt
Taikos tarytum grobuonys.
Þirgas parneð mano kûnà namo,
Skydas papasakos tai kas nutiko,
Ragas kovos paskutiná kart pûs
Ir palydës mane vëjø platybën!
Vëjau, tu karius klaidini,
Primeni tûkstanèio prieðø kariaunà,
Tylà slepi jø ðarvø þvangesy,
Pakeli miglà lyg juodàjà audrà...
Kelio man nieks nepastos,
Þaibo greièiu lekia þirgas,
Ginkluos griausmo galia
Drasko á gabalus viskà.
Cavaleiro, Leve Meu Corpo Para Casa
Avante! O vento sopra,
A terra treme, pois eles têm medo!
Com lanças de fogo, o cavaleiro
Desce sobre os homens desprotegidos.
A promessa firmou-se com seu sangue
O feitiço dos ancestrais a ser cumprido até o fim,
Os Deuses viram quantas cabeças rolaram,
Viram como o sangue purifica a terra...
Lutar, brandir armas
É o desejo de cada bravo,
Antes de derrubar um só
A paz é como um predador.
O cavaleiro leva meu corpo para casa,
O escudo contará o que aconteceu,
A trombeta da batalha soará mais uma vez
E me guiará pela vastidão do vento!
Vento, você confunde os guerreiros,
Lembra a tropa de mil anos atrás,
O silêncio esconde o clangor de suas armaduras,
Leva-me pela névoa como uma tempestade negra...
Ninguém me deterá no caminho,
A flecha voa rápido como o cavaleiro,
Com a força do estrondo das armas
Destrói tudo em pedaços.