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Onde Deuses Temem Falar

Oceans Of Slumber

Where Gods Fear To Speak

In forgotten realms we tread
Whispers echo, hope recedes
Lost visions in our heads
Amidst their silence
We must find our own voice
In their absence, we know
We must make a choice
With hearts unyielding, we will face
Not fear the night
Defying the gods, we will find our own light

Melancholic tales once told
(Dante's inferno deep and wide)
In this world, so cold and tired
(We seek where truths reside)
Faith, a double-edged and bloody sword
(Guiding, yet blinding the way)
In shadows, illusions stored
(Leading souls astray)
Leading souls astray

Oh, leading souls astray
Vile, relentless, banished, despised
Haunted, tormented, trapped here alive

Innocence is lost where they dare not tread
Amidst the battles, their voices left unsaid
In cowardice, true divinity takes flight
Ripping righteousness from our tongues
In the dead of the night
Night
Guilt-ridden, wretched, and cloaked in fear
Their shadows cast, their claim laid bare

In the Moon's glow
There we stand alone
In search of what we know
Are we really alone
Crying out
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness
Your grace is sufficient
Made perfect in my weakness

In forgotten realms we tread
Whispers echo, hope recedes
Lost visions in our heads
Amidst their silence
We must find our own voice
In their absence, we know
We know, we must make a choice
With hearts unyielding, we will face
Not fear the night
Defying the gods, we will find our own light

Onde Deuses Temem Falar

Nós pisamos em terras esquecidas
Sussurros ecoam, a esperança se esvai
Visões perdidas em nossas cabeças
Em meio ao silêncio deles
Devemos encontrar nossa própria voz
Na ausência deles saberemos
Que devemos fazer uma escolha
Com corações inflexíveis, enfrentaremos
Não tema a noite
Desafiando os deuses, encontraremos nossa própria luz

Contos melancólicos uma vez contados
(O inferno de Dante amplo e profundo)
Neste mundo, tão frio e cansado
(Procuramos onde ficam as verdades)
A fé é uma espada ensanguentada de dois gumes
(Guiando, mas ainda assim cegando o caminho)
Nas sombras, ilusões guardadas
(Desviando as almas do caminho certo)
Desviando as almas do caminho certo

Desviando as almas do caminho certo
Vil, implacável, banido, desprezado
Assombrado, atormentado, preso vivo aqui

A inocência se perde onde eles ousam não pisar
Entre as batalhas, suas vozes deixam de falar
Em covardia, a verdadeira divindade levanta voo
Arrancando a integridade de nossas línguas
Na calada da noite
Noite
Consumido pela culpa, miserável e envolto em medo
Suas sombras projetadas, sua reivindicação exposta

Sob o brilho do luar
Lá permanecemos sozinhos
À procura do que conhecemos
Estamos realmente sozinhos?
Gritando
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza
Sua graça é insuficiente
Se tornar perfeita diante da minha fraqueza

Nós pisamos em terras esquecidas
Sussurros ecoam, a esperança se esvai
Visões perdidas em nossas cabeças
Em meio ao silêncio deles
Devemos encontrar nossa própria voz
Na ausência deles saberemos
Nós sabemos que devemos fazer uma escolha
Com corações inflexíveis, enfrentaremos
Não tema a noite
Desafiando os deuses, encontraremos nossa própria luz