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Do Silêncio à Poesia

Ode Insone

Letra

    Sou da noite a triste lágrima
    O falso sorriso já não esconde as minhas mágoas

    Perdido em acordes da tua canção póstuma
    Domado pelo frenesi de uma mente já cansada
    Velo o teu corpo, mergulhado pelo desgosto
    O que seria a morte? A queda ou um voo?

    Lágrimas escorrem, minha melancolia
    Canto junto a chuva, do silêncio à poesia
    Versos não devolvem, o amor que eu vivia
    Sangro sob um papel manchado, do silêncio à poesia

    Visto o meu abismo, a beira do precipício
    Não encontro as flores, eu sou feita de espinhos

    Mato a mim mesmo, me despedindo da tua beleza
    Quisera eu ter te alcançado antes, te salvado desta frieza
    A chuva chegou a tempo, ouço tua voz em pensamentos
    Ante teu corpo imóvel, soluço ao mármore lacrado

    Lágrimas escorrem, minha melancolia
    Canto junto a chuva, do silêncio à poesia
    Versos não devolvem, o amor que eu vivia
    Sangro sob um papel manchado, do silêncio à poesia

    O teu corpo desce, corre fortes ventos
    E o ensurdecedor grito do silêncio

    Por um breve momento sinto o relógio parar
    Ouço choros ao redor e eu já me sinto tão só

    Agora só te resta continuar, fingindo sobreviver
    Sem me esperar

    Composição: Mad Ferreira / Tiago Monteiro / Venore. Essa informação está errada? Nos avise.

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