395px

A Total Ausência de Luz (Ato I)

Odes Of Ecstasy

The Total Absence Of Light (Act I)

I'm the cries
The cries of all the weak
I'm the lies
The lies that feed you (for) years
I'm the dreams
The dreams that fade as time pass

I'm the drug
The drug that fondles your grief
I'm the hope
The hope that never lived
I'm the storm
The storm you fear to deal with

In your minds
The death of sanity
In your lifes
The misery always reigns
In your eyes
The total absence of light

Death is my
My reason to exist
Time is my
My worst of (all) enemies
Life is my
My doom for (the) years to come

The cries of all the weak
The lies that feed you (for) years
The dreams that fade as time pass
The drug that fondles your grief
The hope that never lived
The storm you fear to deal with
The death of sanity
The misery which reigns
The total absence of light

"We are like certain senses scattered wide
That have no hope of ever reuniting
All nature in our nerves falls in confusion

We ache in both our body and recollection
All things reject us, and all poetry
Fills us with envy as our last asylum"

A Total Ausência de Luz (Ato I)

Eu sou os gritos
Os gritos de todos os fracos
Eu sou as mentiras
As mentiras que te alimentam por anos
Eu sou os sonhos
Os sonhos que desaparecem com o tempo

Eu sou a droga
A droga que acaricia sua dor
Eu sou a esperança
A esperança que nunca existiu
Eu sou a tempestade
A tempestade que você teme enfrentar

Na sua mente
A morte da sanidade
Na sua vida
A miséria sempre reina
Nos seus olhos
A total ausência de luz

A morte é minha
Minha razão de existir
O tempo é meu
Meu pior de todos os inimigos
A vida é meu
Meu destino para os anos que virão

Os gritos de todos os fracos
As mentiras que te alimentam por anos
Os sonhos que desaparecem com o tempo
A droga que acaricia sua dor
A esperança que nunca existiu
A tempestade que você teme enfrentar
A morte da sanidade
A miséria que reina
A total ausência de luz

"Nós somos como certos sentidos espalhados
Que não têm esperança de nunca se reunirem
Toda a natureza em nossos nervos cai em confusão

Nós doemos tanto em nosso corpo quanto em nossa memória
Todas as coisas nos rejeitam, e toda a poesia
Nos enche de inveja como nosso último refúgio"