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Fille d'ouvriers

Ogéret Marc

Letra

Filha de Operários

Fille d'ouvriers

Pálida ou avermelhada, morena ou loira,Pâle ou vermeille, brune ou blonde,
Bebê bonitinho,Bébé mignon,
Nas lágrimas vem ao mundo,Dans les larmes ça vient au monde,
Carne de azar.Chair à guignon.
Desgrenhada, chupando o dedo,Ébouriffé, suçant son pouce,
Nunca lavada,Jamais lavé,
Como um verdadeiro cogumelo, cresceComme un vrai champignon, ça pousse
Carne de calçada.Chair à pavé

Aos quinze anos, vai pra fábrica,A quinze ans, ça rentre à l'usine,
Sem ventilador,Sans éventail,
De manhã à noite, tá na labuta,Du matin au soir, ça turbine,
Carne de trabalho.Chair à travail.
Flor das fortificações, murcha,Fleur des fortifs, ça s'étiole,
Quando é girondina,Quand c'est girond,
Numa emboscada, é estuprada,Dans un guet-apens, ça se viole,
Carne de patrões.Chair à patrons.

Até na medula podre,Jusque dans la moelle pourrie,
Nada pra mastigar,Rien sous la dent,
Então, vai pra cervejaria,Alors, ça rentre en brasserie,
Carne de clientes.Chair à clients.
Cai de novo: de queda em queda,Ça tombe encore : de chute en chute,
Envergonhada, uma noite,Honteuse, un soir,
Por dois francos, faz a pirueta,Pour deux francs, ça fait la culbute,
Carne de calçada.Chair à trottoir.

Envelhece, e mais baixo escorrega.Ça vieillit, et plus bas ça glisse.
Uma bela manhã,Un beau matin,
Vai se registrar na polícia,Ça va s'inscrire à la police,
Carne de vagabundos;Chair à roussins ;
Ou então, sem carteira, trabalhaOu bien, sans carte ça travaille
Na sua casa;Dans sa maison ;
Então, se enfia na palha,Alors, ça se fout sur la paille,
Carne de prisão.Chair à prison.

De um mal lento sofrendo o suplício,D'un mal lent souffrant le supplice,
Velho e tremendo,Vieux et tremblant,
Vai gemer num hospital,Ça va geindre dans un hospice,
Carne de sábios.Chair à savants.
Finalmente, tendo esvaziado o copo,Enfin, ayant vidé la coupe,
Bebido todo o fel,Bu tout le fiel,
Quando tá podre, se despedaça.Quand c'est crevé, ça se découpe.
Carne de bisturi.Chair à scalpel.

Patrões! Montanha de Heliogábalo,Patrons ! Tas d'Héliogabales,
AterrorizadosD'effroi saisis
Quando vocês caírem sob nossas balas,Quand vous tomberez sous nos balles,
Carne de fuzis,Chair à fusils,
Pra que cada cachorro nas suas carasPour que chaque chien sur vos trognes
Mije, à partePisse, à l'écart
Nós deixaremos suas carcaças,Nous les laisserons vos charognes,
Carne de Macquart!Chair à Macquart !


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