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Chuva

Ojos de Brujo

Lluvia

Hay primavera para enterrar las heridas del pasado
Hojas que rozan el suelo,
Otoño
Desengaño
De lo que está por llegar y te seduce en tu noche y desvelo
Lluvia!!!

Árbol desnudo
La sencillez que deslumbra en este instante
Amor y Odio
La dualidad que se aparece en todas partes
Lluvia!!

Respira el aire
Pasó el invierno
Bruma que nace en este momento
Y en este instante...Lluvia!!!

No canta porque tiene pena
Canta porque su alma está llena
No canta porque tiene pena

Lluvia que cae...Lluvia que cae...

No canta porque tiene pena
silencio que encierra poemas
resbalan gotas y promesas

Lluvia que cae...Lluvia que cae...

Ventana de ensueño
entran tambores y sentimientos
espuma, ropa y silencio
las conexiones del más allá que p´acá
Rumba mojada, tendía en la cama
Huele la primavera, suda la mar

Lluvia que cae...Lluvia que cae...

Chuva

Há primavera para enterrar as feridas do passado
Folhas que tocam o chão,
Outono
Desilusão
Do que está por vir e te seduz na sua noite e insônia
Chuva!!!

Árvore pelada
A simplicidade que brilha neste instante
Amor e Ódio
A dualidade que aparece em todo lugar
Chuva!!

Respira o ar
Passou o inverno
Névoa que nasce neste momento
E neste instante... Chuva!!!

Não canta porque tem pena
Canta porque sua alma está cheia
Não canta porque tem pena

Chuva que cai... Chuva que cai...

Não canta porque tem pena
silêncio que guarda poemas
escorrem gotas e promessas

Chuva que cai... Chuva que cai...

Janela de sonho
entram tambores e sentimentos
espuma, roupa e silêncio
as conexões do além que vêm pra cá
Rumba molhada, estendida na cama
Sente a primavera, sua a mar

Chuva que cai... Chuva que cai...

Composição: Ojos de Brujo