The Coronation of Despair
I hold the crown of desoair above my head,
Black blood tears are rolling on my cheeks.
The shadow of the reaper's scythe comes forth,
To its silver reflection I now smile...
Devour me eternal void, engulf my corpse.
Let me inhale the breath of nothinness whith
The last of mine, Shred my flesh...
Pourquoi éternellement repousser la certitude
De ton étreinte fatale?
Enfin...
Je me dresse devant ce gouffre sans fond,
Le seul salut possible, le repos de la tombe.
Pourrir sans jamais renaitre,
S'abimer dans l'oubli, à jamais disparaître...
Comme vous tous!
Spectres méprisables que toute ma vie
J'ai maudits!
Ce néant avide de souffrances,
Ses tourments ont lacéré mon âme.
Tandis que le temps a putréfié ces chairs
Qui m'enlacent depuis trop longtemps!
... La haine pour seule compagne, rongé par
le regret, je m'abandonne au désir de mort,
À la froideur de l'attente finale.
Pourrir sans jamais renaitre,
Être oublié de tous à jamais disparaître.
Déchirer la substance de dieu,
Immoler la charogne de l'espoir
En crachant sur cette putain qu'est la vie!!!
Prosterne-toi pour le couronnement du désespoir!!!
A Coroação do Desespero
Eu seguro a coroa do desespero acima da minha cabeça,
Lágrimas de sangue negro escorrem pelas minhas bochechas.
A sombra da foice do ceifador se aproxima,
Para seu reflexo prateado eu agora sorrio...
Devore-me, vazio eterno, engula meu corpo.
Deixe-me inalar o sopro do nada com
O último de mim, despedaça minha carne...
Por que eternamente adiar a certeza
Do teu abraço fatal?
Finalmente...
Eu me ergo diante desse abismo sem fundo,
A única salvação possível, o descanso da sepultura.
Apodrecer sem nunca renascer,
Desvanecer no esquecimento, desaparecer para sempre...
Como todos vocês!
Espectros desprezíveis que toda a minha vida
Eu amaldiçoei!
Esse nada ávido por sofrimentos,
Seus tormentos rasgaram minha alma.
Enquanto o tempo apodreceu essas carnes
Que me envolvem há tempo demais!
... O ódio como única companheira, corroído pelo
Arrependimento, eu me entrego ao desejo de morte,
À frieza da espera final.
Apodrecer sem nunca renascer,
Ser esquecido por todos, desaparecer para sempre.
Rasgar a substância de Deus,
Imolar a carniça da esperança
Ao cuspir nessa vadia que é a vida!!!
Prostra-te para a coroação do desespero!!!