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EL VEYRON (RUMBAS)

Omar Montes

Letra

Significado
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EL VEYRON (RUMBAS)

Y duele pensar
Que to' lo que hacíamo' en mi cuarto, en el carro
Son cosas que ya nunca volverán
Ahora es otra la que me escribe
Aunque me lo hace rico, no te olvida'o

Me pongo a Quevedo en el Veyron
Voy a tresciento', me vía' matar
Seguro aunque me estrelle ni sangro
Yo solo sangro con tu puña-ah-ah-ah-ah, ah
Ah-ah-ah-ah-ah, ah
Ah-ah-ah-ah-ah, ah
Ah-ah-ah-ah-ah

Pensé que pa' siempre ibas a quererme
No perdí la fe, pero me engañé
Antes prefiero la muerte a quererte sin querer
Pensé que pa' siempre ibas a quererme
No perdí la fe, pero me engañé
Ahora maldigo mi suerte
Por ti todo lo aposté

Sin freno' y sin casco subí'o en la moto que me has vendí'o
El viento ni lo noto, me acostumbré a tu corazón frío
Te metiste hasta dentro y no saco tus ojos de los ojos mío'
Y son tantos recuerdo' que ardo en la llama del infierno en que vivo, eh

Y esta noche me pongo a Quevedo en el Veyron
Voy a tresciento', me vía' matar
A mí nunca va' a engañarme
Vi en tu mirar que no ere' rea-ah-ah-ah-ah, ah
Ah-ah-ah-ah-ah, ah
Ah-ah-ah-ah-ah, ah
Ah-ah-ah-ah-ah

Pensé que pa' siempre ibas a quererme
No perdí la fe, pero me engañé
Antes prefiero la muerte a quererte sin querer
Pensé que pa' siempre ibas a quererme
No perdí la fe, pero me engañé
Ahora maldigo mi suerte
Por ti todo lo aposté

Siempre te creí, me decías mentira' y yo 'taba ahí
To' lo que ganaba era para ti
Y ahora me doy cuenta de lo que perdí
Siempre te creí, me decías mentira' y yo 'taba ahí
To' lo que ganaba era para ti
Y ahora me doy cuenta de lo tonto que fui

O VEYRON (RUMBAS)

E dói pensar
Que tudo o que fazíamos no meu quarto, no carro
São coisas que nunca mais voltarão
Agora é outra que me escreve
Mesmo me fazendo bem, não te esqueci

Me coloco em Quevedo no Veyron
Vou a trezentos, vou me matar
Certamente, mesmo que eu bata, não sangro
Eu só sangro com seu punho

Pensei que você me amaria para sempre
Não perdi a fé, mas me enganei
Prefiro a morte a te amar sem querer
Pensei que você me amaria para sempre
Não perdi a fé, mas me enganei
Agora amaldiçoo minha sorte
Por você apostei tudo

Sem freios e sem capacete, subi na moto que você me vendeu
Não sinto o vento, me acostumei com seu coração frio
Você entrou dentro de mim e não consigo tirar seus olhos dos meus
E são tantas lembranças que queimo na chama do inferno em que vivo

E esta noite me coloco em Quevedo no Veyron
Vou a trezentos, vou me matar
Você nunca vai me enganar
Vi em seu olhar que você não é real

Pensei que você me amaria para sempre
Não perdi a fé, mas me enganei
Prefiro a morte a te amar sem querer
Pensei que você me amaria para sempre
Não perdi a fé, mas me enganei
Agora amaldiçoo minha sorte
Por você apostei tudo

Sempre acreditei em você, você mentia e eu estava lá
Tudo o que ganhava era para você
E agora percebo o que perdi
Sempre acreditei em você, você mentia e eu estava lá
Tudo o que ganhava era para você
E agora percebo o quão tolo fui


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