Ezüst esõ
Sötéten néz le rám az ég,
A múltak árnya itt kísért,
És hull, csak hull reám
Ezüst esõ
Lombjuk vesztett rózsafák,
Földöntúli pusztaság,
S csak hull, csak hull reám
Ezüst esõ.
Messzi földrõl jöttem én,
Átölelt a tiszta fény;
De elborult az ég, és a csillagok tüzét
Elnyelte a köd és a szürkeség,
Minden oly sötét.
Elhagyott, kihalt e táj,
Lángvirágok füstje száll,
S csak hull, és hull reám
Ezüst esõ.
Sötéten néz le rám az ég,
A múltak árnya itt kísért,
És hull, csak hull reám
Ezüst esõ
Chuva Prateada
O céu me observa de forma sombria,
A sombra do passado aqui me assombra,
E cai, só cai sobre mim
Chuva prateada.
As roseiras perderam suas folhas,
Um deserto além da terra,
E só cai, só cai sobre mim
Chuva prateada.
Vim de terras distantes,
O brilho puro me abraçou;
Mas o céu se nublou, e o fogo das estrelas
Foi engolido pela névoa e pela cinza,
Tudo tão escuro.
Este lugar está abandonado, desolado,
A fumaça das flores de fogo se eleva,
E só cai, e cai sobre mim
Chuva prateada.
O céu me observa de forma sombria,
A sombra do passado aqui me assombra,
E cai, só cai sobre mim
Chuva prateada.