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o espelho

omeima

el espejo

Me siento frágil
Y no es fácil
Ver, el mundo todo gris

Estoy distante
Y no me sale
Ver sonrisas, dentro de mí

¿Y si todo va y viene
Porque yo aguanto aquí?
¿Y si me rompo en pedazos
Porque tengo que fingir?

Abro los ojos, me caigo de nuevo
No existe primavera, ni siquiera el invierno
Rompo el espejo, no quiero ni mirarme
Me mata el silencio, el dolor me hace cobarde

Me estoy perdiendo
Y no encuentro
Las ventanas, que yo algún día abrí

Tengo los sueños
Que se escaparon
Todas las noches, en las que no dormí

¿Y si todo va y viene
Porque yo me aferro aquí?
¿Y si me rompen los miedos
Porque tengo que fingir?

Abro los ojos, me caigo de nuevo
No existe primavera, ni siquiera el invierno
Rompo el espejo, no quiero ni mirarme
Me mata el silencio, el dolor me hace cobarde

Que en nada en mí, no existe vida
Que nunca veo la salida
Que no sé, hasta la despedida
La más jugada en la partida

o espelho

Me sinto frágil
E não é fácil
Ver, o mundo todo cinza

Estou distante
E não consigo
Ver sorrisos, dentro de mim

E se tudo vai e vem
Porque eu aguento aqui?
E se eu me quebro em pedaços
Porque tenho que fingir?

Abro os olhos, caio de novo
Não existe primavera, nem mesmo o inverno
Quebro o espelho, não quero nem me olhar
O silêncio me mata, a dor me faz covarde

Estou me perdendo
E não encontro
As janelas, que um dia abri

Tenho os sonhos
Que escaparam
Todas as noites, em que não dormi

E se tudo vai e vem
Porque eu me agarro aqui?
E se os medos me quebram
Porque tenho que fingir?

Abro os olhos, caio de novo
Não existe primavera, nem mesmo o inverno
Quebro o espelho, não quero nem me olhar
O silêncio me mata, a dor me faz covarde

Que em nada em mim, não existe vida
Que nunca vejo a saída
Que não sei, até a despedida
A mais arriscada na partida

Composição: Omeima / Tomeu Alorda