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Sólo do Bairro

Once Tiros

Sólo Desde El Barrio

Vida, pueblo, en una encrucijada
Noches de invierno, que carecen de llama
La hipocresía monta un caballo negro
Que fue robado de un mundo sin amor

Mira, ríe, sólo si estas conforme
Canta en la noche, y tiemblan los de arriba
Ese conjuro, lleva un dolor que esconde
Solo en las voces encuentra la salida

No hay luces prendidas
Para esta canción
Que arranca borracha, un corazón y un pulmón
Que baila desnuda sobre el mostrador

Escobilleros sin escobas
Mama vieja sin paraguas
El carnaval sin la pintura
Sin lentejuela ni costura

(Sólo desde el barrio)

Escobilleros sin escobas
Mama vieja sin paraguas
El carnaval sin la pintura
Sin lentejuela ni costura
Sin las luces amarillas
Y sin la típica sonrisa

Sólo do Bairro

Vida, povo, em uma encruzilhada
Noites de inverno, que não têm calor
A hipocrisia monta um cavalo negro
Que foi roubado de um mundo sem amor

Olha, ri, só se estiver de boa
Canta na noite, e os de cima tremem
Esse feitiço traz uma dor que esconde
Só nas vozes encontra a saída

Não há luzes acesas
Para essa canção
Que arranca bêbada, um coração e um pulmão
Que dança pelada sobre o balcão

Varredores sem vassouras
Mãe velha sem guarda-chuva
O carnaval sem a pintura
Sem brilho nem costura

(Só do bairro)

Varredores sem vassouras
Mãe velha sem guarda-chuva
O carnaval sem a pintura
Sem brilho nem costura
Sem as luzes amarelas
E sem o sorriso típico

Composição: