Mokumokuren
Fukai fukai shikoku no fuchi no soko
Mayoi madou mugen no juukyuuro
Imada kanawanu irei no itte
Tachisukumu ware wo iru musuu no me
Kurai kurai ishiki no hakuramei
Mogaki agaku onore no ikimukuro
Imada mihatenu Kami e no michi
Nibiiro no zetsubou ni engesaru
Shiro to kuro no makyuu
Zeto hi ni nai shinri
Hiru to yoru wo kaeshi
Tsumi mo isaoshi e to
Tooi tooi nishiki no shouuchuu
Ochite ochiru kehon ni tsuzuku uro
Imada tsuienu shinouyuugen e no shoukei
Tengen ni tatazumu ware wo miru iru miru Iru miru musuu no me
Mokumokuren
Profundo, profundo no fundo do abismo de Shikoku
Perdido, vagando, no infinito labirinto
Ainda não realizado, o desejo não atendido
Parado, eu sou os muitos olhos que me observam
Escuro, escuro, a consciência se desfaz
Lutando, me debatendo, na minha própria carne
Ainda não vislumbrado, o caminho para os deuses
Envolto em um desespero cinza
Um labirinto de branco e preto
A verdade que não brilha sob o sol
Dia e noite se alternando
Os pecados se acumulando
Distante, distante, no centro do brocado
Caindo, caindo, na essência que se desintegra
Ainda não alcançado, a visão do além
Eu vejo, eu sou, os muitos olhos que me observam