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Mi Reino, El Olvido

Opera Magna

Letra

Meu Reino, O Esquecimento

Mi Reino, El Olvido

Fui a tragédia que contam os versos, de um mundo cansado que chega ao fimFui la tragedia que narran los versos, de un mundo agotado que llega a su fin
Fui a promessa que nasce de um beijo e o vento a arrasta pra morrerFui la promesa que nace de un beso y el viento la arrastra a morir
Fui a lenda enterrada no tempo, a voz daquele sonho que não se realizouFui la leyenda enterrada en el tiempo, la voz de aquel sueño que no se cumplió
Fui a razão que atrapalha a vida, a vida sem uma razãoFui la razón que entorpece la vida, la vida sin una razón

Ainda carrego gravado no meu coração, um conto esquecido que ninguém escutouAun llevo grabado en mi corazón, un cuento olvidado que nadie escucho
Se ontem foste choro, hoje serás cançãoSí ayer fuiste llanto hoy serás canción
De lábios selados por essa cruel maldiçãoDe labios sellados por esta cruel maldición

Meu reino é o esquecimento, meu Deus é a solidãoMi reino es el olvido, mi Dios es la soledad
Noites eternas que não acabarãoNoches perpetuas que no acabarán
Dias sem luz imersos na fria escuridãoDías sin luz inmersos en la fría obscuridad
Deixando escapar mil lágrimasDejando escapar mil lágrimas

Fui a loucura que engana a sua almaFui la locura que engaña a tu alma
Capturei a tempestade e a fúriaAtrapé a la tormenta y a la tempestad
Fui a prisão das minhas próprias paixões, o medo de perder e de ganharFui la prisión de mis propias pasiones, el miedo a perder y a ganar

Ainda tenho no meu peito cravada uma florAún llevo en mi pecho clavada una flor
De espinhos amargos e triste corDe amargas espinas y triste color
Se o tempo me alcança, poderei esquecerSí el tiempo me alcanza podré olvidar
A eterna condenação que esperará no finalLa eterna condena que esperará al final

Meu reino é o esquecimento, meu Deus é a solidãoMi reino es el olvido, mi Dios es la soledad
Noites eternas que não acabarãoNoches perpetuas que no acabarán
Dias sem luz imersos na fria escuridão, sentenciado a lembrarDías sin luz inmersos en la fría obscuridad, sentenciado a recordar
Que não haverá penitência jamais pelo pecado de amarQue no habrá penitencia jamás al pecado de amar

Meu reino é o esquecimentoMi reino es el olvido

Meu reino é o esquecimento, meu Deus é a solidãoMi reino es el olvido, mi Dios es la soledad
Noites eternas que não acabarãoNoches perpetuas que no acabarán
Dias sem luz imersos na fria escuridão, sentenciado a lembrarDías sin luz inmersos en la fría obscuridad sentenciado a recordar
Que não haverá penitência jamais nem piedade ao amarQue no habrá penitencia jamás ni piedad al amar

Composição: Enrique Mompó. Essa informação está errada? Nos avise.

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