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Uma Valsa Perversa

Ophis

A Waltz Perverse

Sleep came
Like an ornery guest
Came late, left early
And brought bad company
Within the wellless keep of somnus
Ghostlike memories arise from the moat
The vast ballroom is a courtyard
Figures sway in abussic grace

Sleepless in sleep
Infernal revenants
They scream, accuse
Insane
Visions from the looking glass
Bear a truth obscene
A sick libertto
And here they speak
The silent dead
They echo through the labyrinth
They stare in through the windows

Towering fears
Ethics reversed
In morbid choreography
Inverted lights flicker
Mimetic landscapes
Dissonant chords
All out of measure
An ensemble defunct

Sleepless in sleep
Infernal revenants
They scream, accuse
Insane
As daylight draws
The music ends
But the silence is not real
I know they will return

Uma Valsa Perversa

O sono chegou
Como um convidado chato
Chegou tarde, saiu cedo
E trouxe uma má companhia
Dentro do castelo sem poço do sono
Memórias fantasmagóricas surgem do fosso
O vasto salão é um pátio
Figuras balançam com graça abissal

Sem sono no sono
Revenantes infernais
Eles gritam, acusam
Insanos
Visões do espelho
Carregam uma verdade obscena
Um libretto doentio
E aqui eles falam
Os mortos silenciosos
Ecoam pelo labirinto
Eles olham pelas janelas

Medos imponentes
Ética invertida
Em uma coreografia mórbida
Luzes invertidas piscam
Paisagens miméticas
Acordes dissonantes
Tudo fora de medida
Um conjunto defunto

Sem sono no sono
Revenantes infernais
Eles gritam, acusam
Insanos
Enquanto a luz do dia se aproxima
A música acaba
Mas o silêncio não é real
Eu sei que eles voltarão