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Despondência Sonolenta

Ophis

Somnolent Despondency

Soothed and serene
From life comes apathy
Even blood flows in reverse
Blessed sleep be my hearse
My weary eyes behold
The tragedy of life unfold

Contempt, filth, slime, flesh
Bones, blood, cancer
Blade, noose, pill, gas
Rats, worms, sheep, vermin
All in the turmoil
Semantics of nothingness
Carved in stone forever
Circles spiral as we suffer

Silence, bemourn the noise of the dead
Herald the scorn and despair
Silence, bemourn the wuthering construction
The remnants of what lies corrupted

In my separation
I find contemplation
Spit forth the carrion
Withered flesh in tongue and mouth
Verbal constipation
Urges venesection

I heed my depravity
It is my destiny
For this is the curse
To be happy is worse
Afflicti pro peccatis nostris
Quotidie cum lacrimis
Epectemus finem nostrum
Carved in stone forever
Circles spiral as we suffer

Despondência Sonolenta

Acalmado e sereno
Da vida vem a apatia
Até o sangue flui ao contrário
O sono abençoado é meu caixão
Meus olhos cansados contemplam
A tragédia da vida se desenrolar

Desdém, sujeira, lodo, carne
Ossos, sangue, câncer
Lâmina, laço, pílula, gás
Ratos, vermes, ovelhas, pragas
Tudo na turbulência
Semântica do nada
Esculpido em pedra para sempre
Círculos se espiralizam enquanto sofremos

Silêncio, lamente o barulho dos mortos
Anuncie o desprezo e o desespero
Silêncio, lamente a construção uivante
Os restos do que está corrompido

Na minha separação
Encontro contemplação
Cuspindo a carniça
Carne murcha na língua e na boca
Constipação verbal
Impulsos de sangria

Eu ouço minha depravação
É meu destino
Pois esta é a maldição
Ser feliz é pior
Aflicti pro peccatis nostris
Quotidie cum lacrimis
Epectemus finem nostrum
Esculpido em pedra para sempre
Círculos se espiralizam enquanto sofremos