Pretend I'm Human
Body parts and torn thoughts held tight
by the snapped strings of a life an individuals course
Dreaming with the demons that take naps in my mind
Like a suicide ride, but the scenery blinds
Watch us evolve straight into a brick wall
Brains collide like tough guys
you can see it how we walk
Lean, push off
Lean, push off
Lean, push off
A million kings in New York
Pretend I'm Human
Witness riffs and useless gifts
twist to console and council those who can't follow
Excused for their civilness
Egoist too proud to know which floor to kiss
Known to prey on minds stake out crimes
based on lines that confine
Some are blind, some rewind
when you hear the that's about to hit you
You tell yourself half of the picture
Pretend I'm Human
Search for the definition in a suicide nation
Shock is obsolete like a killer with compassion
Rubber souls to feet bounce on city streets
It's electric justified narrow mind protected
Botched ideas, violent years, vacant tears
Most severe is the day when my hero dies
Look between my eyes for my vision
Hotter than the life I've been living
Pretend I'm Human
Finja que Sou Humano
Partes do corpo e pensamentos despedaçados apertados
pelas cordas rompidas de uma vida, o curso de um indivíduo
Sonhando com os demônios que tiram sonecas na minha mente
Como uma montanha-russa suicida, mas a paisagem cega
Nos veja evoluir direto em um muro de tijolos
Cérebros colidem como machões
você pode ver como andamos
Inclina, empurra
Inclina, empurra
Inclina, empurra
Um milhão de reis em Nova York
Finja que Sou Humano
Testemunhe riffs e presentes inúteis
se contorcem para consolar e aconselhar aqueles que não conseguem seguir
Desculpados por sua civilidade
Egoístas orgulhosos demais para saber qual andar beijar
Conhecidos por caçar mentes, vigiar crimes
baseados em linhas que confinam
Alguns são cegos, alguns voltam
quando você ouve o que está prestes a te atingir
Você diz a si mesmo que é metade da história
Finja que Sou Humano
Busque a definição em uma nação suicida
Choque é obsoleto como um assassino com compaixão
Almas de borracha aos pés pulam nas ruas da cidade
É elétrico, justificado, mente estreita protegida
Ideias mal executadas, anos violentos, lágrimas vazias
O mais severo é o dia em que meu herói morre
Olhe entre meus olhos pela minha visão
Mais quente do que a vida que venho vivendo
Finja que Sou Humano