The Don Of Venice
[Faustus:]
"This night I'll conjure though I die therefore...
Welcome, so enter and disabuse me of my flesh
Solve yet dissolve my body-and-soul binary
Behold, the magic of my senses is still unimplored
Tempter, shape-shifter, complete my mind's soliloquy
And push me off the verge of my intellect's scope
No more postponing my possible feats
I bid theology farewell, requesting knowledge divine"
Mephistophilis:
"Ich will mich hier zu deinem Dienst verbinden,
Auf deinen Wink nicht rasten und nicht ruhn;
Wenn wir uns drüben wiederfinden,
So sollst du mir das gleiche tun."
[Faustus:]
"Werd' ich zum Augenblicke sagen:
Verweile doch! Du bist so schön!
Dann magst Du mich in Fesseln schlagen,
Dann will ich gern zugrunde gehn!
Dann mag die Totenglocke schallen,
Dann bist du deines Dienstes frei,
Die Uhr mag stehn, der Zeiger fallen,
Es sei die Zeit für mich vorbei!"
[Faustus:]
"Sophistophilis, debar me no longer
From the illicit treasures life reserves"
Mephistophilis: "Take off your carnal cloth, take off!
So proffer your arm, you shall see...
... you may wander!"
[Faustus:]
"May the angle have changed, my vista un-narrowed
Yet tedious the place that sees parallels intersect
Where further means back and back we shall dash... now!"
[Faustus:]
"Deeply imprinting the earth's moldy squalor,
Twisting the ants' dim hour-glasses at will,
I quench my lust on each Helen's bosom
But gape, precious adviser, what's dulling my eyes?
Spout out, sordid cretin, who dares to parody
Him who bears the aureole of might
With this absurd parade at april's lecherous dusk?"
[Mephistophilis:] "Honour where honour is due!"
[Enter an Old Man:]
"I see an angel hovers o'er thy head
And, with a vial full of precious grace,
Offers to pour the same into thy soul:
Then call for mercy, and avoid dispair."
[Faustus stumbles and utters strange agonizing sounds]
[Faustus:]
"The missing link, the balance, the superego... myself
I am the architect of this metropolis,
(of) my egoverse's over-ripe fruit!"
[Chorus Lamentum:]
Blessed are his eyes, waxen wings alike,
Incandescently heated by Mammon himself,
Sparing him the shattering clarity:
His deserted house of cards: a charnel babel.
Thus unsolved remains the equation
The indescribable bears the ineffable
As the campanile's swarthy hands
Are pointing towards heaven again
[Faustus, dying:] "I saw Venice and I'd...
O Dono de Veneza
[Fausto:]
"Esta noite eu vou conjurar, mesmo que morra por isso...
Bem-vindo, entre e me desfaça da minha carne
Resolva, mas dissolva meu corpo e alma
Eis que a magia dos meus sentidos ainda não foi explorada
Tentador, metamórfico, complete meu solilóquio
E me empurre para além do alcance da minha mente
Chega de adiar meus possíveis feitos
Despeço-me da teologia, pedindo conhecimento divino"
Mefistófeles:
"Eu quero me unir a você aqui em seu serviço,
Ao seu sinal, não descansar e não parar;
Quando nos encontrarmos do outro lado,
Você fará o mesmo por mim."
[Fausto:]
"Se eu disser no momento:
Pára! Você é tão linda!
Então você pode me acorrentar,
Então eu vou querer me perder!
Então que o sino da morte toque,
Então você estará livre de seu serviço,
O relógio pode parar, o ponteiro cair,
Que o tempo acabe para mim!"
[Fausto:]
"Mefistófeles, não me impeça mais
Dos tesouros ilícitos que a vida reserva"
Mefistófeles: "Tire suas roupas carnais, tire!
Então estenda seu braço, você verá...
... você pode vagar!"
[Fausto:]
"Que o ângulo tenha mudado, minha visão não estreitada
Ainda assim, tedioso o lugar que vê paralelos se cruzarem
Onde mais significa voltar e voltar nós vamos... agora!"
[Fausto:]
"Imprimindo profundamente a podridão mofada da terra,
Torcendo os ampulhetas das formigas à vontade,
Eu sacio minha luxúria em cada seio de Helena
Mas espanto, precioso conselheiro, o que está embaçando meus olhos?
Desembucha, cretino sórdido, quem se atreve a parodiar
Aquele que carrega a auréola do poder
Com este desfile absurdo no crepúsculo lascivo de abril?"
[Mefistófeles:] "Honra onde a honra é devida!"
[Entra um Velho:]
"Eu vejo um anjo pairando sobre sua cabeça
E, com um frasco cheio de graça preciosa,
Oferece-se para derramar o mesmo em sua alma:
Então clame por misericórdia e evite o desespero."
[Fausto tropeça e emite sons estranhos de agonia]
[Fausto:]
"O elo perdido, o equilíbrio, o superego... eu mesmo
Eu sou o arquiteto desta metrópole,
(do) fruto maduro do meu egoverso!"
[Coral Lamento:]
Benditos são seus olhos, asas de cera iguais,
Incandescentemente aquecidos pelo próprio Mammon,
Livrando-o da clareza devastadora:
Sua casa de cartas abandonada: um babel de ossos.
Assim permanece não resolvida a equação
O indescritível carrega o inefável
Enquanto as mãos escuras do campanário
Apontam novamente para o céu
[Fausto, morrendo:] "Eu vi Veneza e eu..."