Inner Reflections
Look into me painstakingly, what do you see?
Stop judging me from what you see, try empathy
Society's conformity, opressing me
Tried desperately from infancy past puberty
Swallow me from my birth
Walk in the walk, talk in the talk, fall prey to sin
Don't stare at me half-heartedly, close-minded prick
I am not you, you are not me, I empathize, simply ask, go fuck yourself
Trust in me that someday people see
To shut their eyes and open up their hearts and minds
What will our own pupils learn from us?
Time we spent inducing fear in our children's lives
Peers build up pressure, lack of a response
Closed feelings lock tight, pain and sore regret
Planned expections fail a true burden
Screams cased in silence, mute and cannot speak
Do as I say, not as I will do
What can we learn from our gross insane state of mind?
Break free from these chains that bind you down
Step outside yourself and tell me what do you see?
I look into you, hide inside yourself
Shed all of your skin, bare your naked flesh
Trust all things to be, see reality
It's chance happening, don't waste it on hate
Now look back right at me, I am you, don't you see?
Look real deep in me, I am you, equally
Can't you see human indecency is what you're feeding me?
You are blind, deaf and mute, your own delinquency keeps you from seeing me
So much fear from your eyes, look at cautiously
Already judging me, stare in deep at yourself
Mirroring images reflect your cowardice
Reflexões Internas
Olhe para mim com atenção, o que você vê?
Pare de me julgar pelo que você vê, tente empatia
A conformidade da sociedade, me oprimindo
Tentei desesperadamente desde a infância até a puberdade
Me engula desde o meu nascimento
Caminhe como se deve, fale como se deve, caia em pecado
Não me encare de forma superficial, idiota de mente fechada
Eu não sou você, você não é eu, eu me coloco no seu lugar, simplesmente pergunte, vai se ferrar
Confie em mim que um dia as pessoas verão
Que devem fechar os olhos e abrir seus corações e mentes
O que nossos próprios filhos aprenderão com a gente?
O tempo que passamos incutindo medo na vida das crianças
Os colegas criam pressão, falta de resposta
Sentimentos fechados se trancam, dor e arrependimento
Expectativas planejadas falham, um verdadeiro fardo
Gritos presos em silêncio, mudos e sem poder falar
Faça como eu digo, não como eu farei
O que podemos aprender com esse estado de loucura grotesca?
Libere-se dessas correntes que te prendem
Saia de si mesmo e me diga o que você vê?
Eu olho para você, escondido dentro de si
Despeje toda a sua pele, mostre sua carne nua
Confie que tudo será, veja a realidade
É uma chance que acontece, não a desperdice com ódio
Agora olhe de volta para mim, eu sou você, não vê?
Olhe bem fundo em mim, eu sou você, igualmente
Você não vê que a indecência humana é o que você me alimenta?
Você é cego, surdo e mudo, sua própria delinquência te impede de me ver
Tanto medo nos seus olhos, olhe com cautela
Já me julgando, encare profundamente a si mesmo
Imagens refletidas mostram sua covardia