Heat Death
Burdened with ecumenical constants
A cosmological graveyard silent
Oh gods how the stars did fall
Obscene the lie of constellations
Mislead by prophets, assured of a euphoric pantheon
A dark that doesn't matter to the indefinite roads of time
I am the crypt of my ancestors
Lineage determined to stagnate the rift in the sky
Empty, expanding forever
Untethered juggernaut of dynamic dissipation
A deity composed of all being
Aware of omnipotence
But lacking a conscience
That is not dead which can eternal lie
And with strange aeons even death may die
The symmetry erodes in perpetual decay, it's now in decline
Order and coherence lose distinction, dark matter spreads without end
Perpetual decay
Entropy, particles ripped away constantly
Energy, warped passages
At distances where time becomes obsolete, meaningless
Everything grinds to a halt
Intensity has started to dissipate quantum
Entanglements unravel
Atrophied spiral arms
Rapid exponential expansion has
Forever bedimmed the stars
Entropy, particles ripped away constantly
Energy, warped passages
At distances where time becomes obsolete, meaningless
Everything grinds to a halt
Intensity has started to dissipate quantum
Entanglements unravel
Atrophied spiral arms
Rapid exponential expansion has
Forever bedimmed the stars
Bedimmed the stars
All the hopes and dreams of every sentient thing
To crawl its way from the earliest primordial wake
Maintaining endless lines of progeny unbroken
Only to mire itself in an ultimate futility
The will to understand our surroundings
Has only telegraphed our eventual doom
All great works and achievements
These spiteful gods leave laughably moot
A response to the overture, dead center in the life abyss
Conclusive entropy, ubiquitous torment
Approaches absolutes, supplicant to the darkness
In every cosmological constant supermassive clusters implode
Oblivious to the rapture, beyond the heliopause nothing
Scales of time at factors unspeakable
Unbroken lines against every cosmic odds
Obsolete as if it never was
Complete dark, everything
Entropy, particles ripped away constantly
Energy, warped passages
At distances where time becomes obsolete, meaningless
Everything grinds to a halt
The stars erupt, the Sun explodes, dreams of a malignant God
All movement ceased, all actions nulled experiment comes to an end
Nothing yet to come
Nothing yet to come
Nothing can stop the tide
Of what is coming
Our fate is determined
The oncoming heat death
Morte Térmica
Sobrecarregado com constantes ecumênicas
Um cemitério cosmológico silencioso
Oh deuses, como as estrelas caíram
Obscena a mentira das constelações
Desorientados por profetas, certos de um panteão eufórico
Uma escuridão que não importa para os caminhos indefinidos do tempo
Eu sou a cripta dos meus ancestrais
Linagem determinada a estagnar a fenda no céu
Vazio, expandindo para sempre
Um juggernaut solto de dissipação dinâmica
Uma divindade composta de todo ser
Ciente da onipotência
Mas sem consciência
Não está morto o que pode mentir eternamente
E com estranhos éons até a morte pode morrer
A simetria se erode em decadência perpétua, agora está em declínio
Ordem e coerência perdem distinção, a matéria escura se espalha sem fim
Decadência perpétua
Entropia, partículas arrancadas constantemente
Energia, passagens distorcidas
Em distâncias onde o tempo se torna obsoleto, sem sentido
Tudo para, tudo se estanca
A intensidade começou a dissipar quântica
Entrelaçamentos se desenrolam
Braços espirais atrofiados
A rápida expansão exponencial
Para sempre apagou as estrelas
Entropia, partículas arrancadas constantemente
Energia, passagens distorcidas
Em distâncias onde o tempo se torna obsoleto, sem sentido
Tudo para, tudo se estanca
A intensidade começou a dissipar quântica
Entrelaçamentos se desenrolam
Braços espirais atrofiados
A rápida expansão exponencial
Para sempre apagou as estrelas
Apagou as estrelas
Todas as esperanças e sonhos de cada ser senciente
Para rastejar desde o mais primitivo despertar
Mantendo linhas infinitas de prole inquebráveis
Apenas para se afundar em uma futilidade última
A vontade de entender nosso entorno
Só telegrafou nossa eventual ruína
Todas as grandes obras e conquistas
Esses deuses odiosos deixam risivelmente irrelevantes
Uma resposta à abertura, bem no centro do abismo da vida
Entropia conclusiva, tormento ubíquo
Aproxima-se dos absolutos, suplicante à escuridão
Em cada constante cosmológica, aglomerados supermassivos implodem
Alheios ao êxtase, além da heliopausa nada
Escalas de tempo em fatores indescritíveis
Linhas inquebráveis contra todas as probabilidades cósmicas
Obsoleto como se nunca tivesse existido
Escuridão completa, tudo
Entropia, partículas arrancadas constantemente
Energia, passagens distorcidas
Em distâncias onde o tempo se torna obsoleto, sem sentido
Tudo para, tudo se estanca
As estrelas explodem, o Sol explode, sonhos de um Deus maligno
Todo movimento cessou, todas as ações anuladas, o experimento chega ao fim
Nada ainda por vir
Nada ainda por vir
Nada pode parar a maré
Do que está por vir
Nosso destino está determinado
A morte térmica que se aproxima