Borrón
Borrón y cuenta nueva, que lejos están mis valles, (ahora recuerdo yo)
Mi cielo con estrellas, mis compadres y mis calles.
Borrón y cuenta nueva, que lejos están mis valles, (ahora recuerdo yo)
Con el paso del tiempo los recuerdos son puñales.
Más de diez años se fueron, y yo aquí, en París,
Inventándome motivos pa' seguir y reír.
Ya no se lo que me pasa, no quiero ni pensar
En un día volver a casa, porque no podré aguantar.
Ahora recuerdo yo esa caja de masa real, refresco negro, negro, agarra y bájalo.
Mundial de dominó, croqueta, sexo, alcohol de veintitrés al Capitolio, júcaro y morón.
Bandas recítalo, noches del Johnny, figura extrema, quemando Money, to' el mundo funny.
Recuerdos de la vida de este artista que si forman parte de este feeling legal es porque es real.
Borrón y cuenta nueva, que lejos están mis valles, (ahora recuerdo yo)
Mi cielo con estrellas, mis compadres y mis calles.
Borrón y cuenta nueva, que lejos están mis valles, (ahora recuerdo yo)
Con el paso del tiempo los recuerdos son puñales.
Aló negro. Esto no es un sermón, solo un montón de letras que escribo para toda mi gente
Y para ti principalmente que quieres perderte como lo he hecho yo.
Hoy vengo a contarte un montón de cuentos y detalles que a mi no me contaron, fíjate.
Cuando partes, la primera fase, los problemas empiezan,
Cuando la nostalgia se apodera de tu mente
Y no puedes combatirlo ni con el tamal de la abuela
Ni con la raspadura que te rompía los dientes.
Oye, y te recuerdo los muñequitos, por tus intimas y de que infancia vine.
Borrón y cuenta nueva, que lejos están mis valles, (ahora recuerdo yo)
Mi cielo con estrellas, mis compadres y mis calles.
Borrón y cuenta nueva, que lejos están mis valles, (ahora recuerdo yo)
Con el paso del tiempo los recuerdos son puñales.
Apagar e recomeçar
Apagar e recomeçar, que longe estão meus vales, (agora eu me lembro)
Meu céu com estrelas, meus parceiros e minhas ruas.
Apagar e recomeçar, que longe estão meus vales, (agora eu me lembro)
Com o passar do tempo, as lembranças são facadas.
Mais de dez anos se foram, e eu aqui, em Paris,
Inventando motivos pra continuar e rir.
Já não sei o que me acontece, não quero nem pensar
Em um dia voltar pra casa, porque não vou aguentar.
Agora eu me lembro daquela caixa de massa real, refrigerante preto, preto, pega e desce.
Mundial de dominó, croqueta, sexo, álcool de vinte e três no Capitólio, júcaro e morón.
Bandas, recita isso, noites do Johnny, figura extrema, queimando grana, todo mundo engraçado.
Lembranças da vida desse artista que se fazem parte desse sentimento legal é porque é real.
Apagar e recomeçar, que longe estão meus vales, (agora eu me lembro)
Meu céu com estrelas, meus parceiros e minhas ruas.
Apagar e recomeçar, que longe estão meus vales, (agora eu me lembro)
Com o passar do tempo, as lembranças são facadas.
Alô, negão. Isso não é um sermão, só um monte de letras que escrevo pra toda minha galera
E pra você principalmente que quer se perder como eu me perdi.
Hoje venho te contar um monte de histórias e detalhes que não me contaram, olha só.
Quando você parte, a primeira fase, os problemas começam,
Quando a saudade toma conta da sua mente
E você não consegue combater nem com o tamal da vovó
Nem com a raspadinha que quebrava seus dentes.
Ei, e eu me lembro dos bonequinhos, pelas suas íntimas e de que infância eu vim.
Apagar e recomeçar, que longe estão meus vales, (agora eu me lembro)
Meu céu com estrelas, meus parceiros e minhas ruas.
Apagar e recomeçar, que longe estão meus vales, (agora eu me lembro)
Com o passar do tempo, as lembranças são facadas.