Arrepentida.
Un día te alejaste de mi lado
sin dejarme el consuelo de un adiós.
Mi fe, mi corazón, toda mi vida
la halle perdida al encontrarme sin tu amor.
Cuando comprobé que no era mío tu querer
tuve tentación de morir o enloquecer
Y aunque a mi alma la hundiste en un abismo
Ahogando mi egoismo, yo nunca te busqué.
Fue terrible y mortal la soledad
que me envolvía.
Yo, yo quería olvidarme de tu amor
y no podía.
Mientras mi razón te condenaba sin piedad
mi alma, pobre alma, perdonaba tu maldad
y confiaba en que ibas a volver
buscando de nuevo mi noble querer.
Hoy se que te encuentras sola y vencida
Ocultando una pena en tu vivir
Lloras arrepentida de verguenza
pues tu conciencia te reprocha en mi sufrir.
Se que te que te persigue el recuerdo de mi amor,
se que te hace falta valor para volver
Con los brazos abiertos yo te espero, vení porque te quiero,
igual o más que ayer.
Mientras mi razón te condenaba sin piedad
Mi alma, pobre alma, perdonaba tu maldad
y confiaba en que ibas a volver
buscando de nuevo mi noble querer
Vení porque te quiero
Igual o más que ayer.
Arrepentida
Um dia você se afastou de mim
sem me deixar o consolo de um adeus.
Minha fé, meu coração, toda a minha vida
estavam perdidos ao me encontrar sem seu amor.
Quando percebi que seu querer não era meu
senti a tentação de morrer ou enlouquecer.
E embora você tenha afundado minha alma em um abismo
afogando meu egoísmo, eu nunca te procurei.
Foi terrível e mortal a solidão
que me envolvia.
Eu, eu queria esquecer seu amor
e não conseguia.
Enquanto minha razão te condenava sem piedade
minha alma, pobre alma, perdoava sua maldade
e confiava que você voltaria
buscando de novo meu nobre querer.
Hoje sei que você está sozinha e vencida
escondendo uma dor na sua vida.
Você chora arrependida de vergonha
pois sua consciência te reprocha pelo meu sofrer.
Sei que o lembrança do meu amor te persegue,
sei que te falta coragem para voltar.
Com os braços abertos eu te espero, vem porque eu te quero,
igual ou mais que ontem.
Enquanto minha razão te condenava sem piedade
minha alma, pobre alma, perdoava sua maldade
e confiava que você voltaria
buscando de novo meu nobre querer.
Vem porque eu te quero
igual ou mais que ontem.
Composição: Public Domain / Rodolfo Sciammarella