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Um Amigo Meu 2 (Amigo de Que!)

Orlando Contreras

Un Amigo Mio 2 (Amigo de Que!)

No sigas diciendo que un amigo tuyo
Y tu propia esposa mancharon tu hogar
Confieza cobarde,que esà erà deuda
Que tarde o temprano habìa que cobrar

Èsa erà mi novia,que tanto querìa
Una tarde injenuo te la presente
Sentiste envidia,al verla tan linda
Como siendo pobre yo la conquiste?

Desde aquel instante a espalda cobarde
Como tenias plata,le ofreciste màs
Hasta convecerla,poqrue tu eras rico
Y mi novia un dìa por tì me dejò.

Al cabo de un tièmpo,la hiciste tu esposa
Con mi propìa novia fuiste mi ribal
Y yo seguì pobre,sin plata ni novia
Mientras tù de brazos,fuiste hasta el altar
No olvides que un dia,fue que me invitastes
A que yo la viera en tu propio hogar
Para asì humillarme y entonces vi claro
Planear la venganza que habia que cobrar

Al ver a tu esposa la que fue mi novia
Yo lei en sus ojos que no era feliz
No bastaba el oro,la riqueza tuya
Y que me deseaba se lo comprendì

Volvi por la noche,cuando tu no estabas
Y efectivamente mi plan no fallò
Tomè mi venganza,y me sorprendistes
Ya ves que de nada tu oro silvio.

Ahora ya puedes,seguir pregonando
Que yo fui el amigo que te traiciono
Buscala si quieres,que ya esta cobrada
La deuda entre amigos,saldada quedò.

Tu no eres mi amigo
Amigo de que?

Um Amigo Meu 2 (Amigo de Que!)

Não fique dizendo que um amigo seu
E sua própria esposa mancharam seu lar
Confessa, covarde, que essa era uma dívida
Que mais cedo ou mais tarde tinha que ser cobrada

Essa era minha namorada, que eu tanto amava
Uma tarde ingênua te a apresentei
Sentiu inveja, ao vê-la tão linda
Como sendo pobre eu a conquistei?

Desde aquele instante, pelas costas, covarde
Como você tinha grana, ofereceu mais
Até convencê-la, porque você era rico
E minha namorada um dia por você me deixou.

Depois de um tempo, você a fez sua esposa
Com minha própria namorada você foi meu rival
E eu continuei pobre, sem grana nem namorada
Enquanto você, de braços, foi até o altar
Não esqueça que um dia, foi você quem me convidou
Para que eu a visse em seu próprio lar
Para assim me humilhar e então vi claro
Planejar a vingança que tinha que ser cobrada

Ao ver sua esposa, a que foi minha namorada
Eu li em seus olhos que não era feliz
Não bastava o ouro, a riqueza sua
E que me desejava, isso eu compreendi

Voltei à noite, quando você não estava
E efetivamente meu plano não falhou
Tomei minha vingança, e você se surpreendeu
Já vê que de nada adiantou seu ouro, seu.

Agora você pode, continuar gritando
Que eu fui o amigo que te traiu
Procure-a se quiser, que já está cobrada
A dívida entre amigos, saldada ficou.

Você não é meu amigo
Amigo de que?

Composição: