Malvada Ingrata Muher
Orlando Freitas
Em meu destino, essa ingrata que tanto amei
A malvada, ela vive em outros braços
Passo a noite meditando meu sofrimento
Chamando pelo o nome dessa mulher
E o meu ranchinho lá da roça
Eu não tem a ingrata que tanto amei
Ela foi embora e me deixou triste chorando
E nunca mais essa malvada voltou
Uma história dolorosa desse amor
Sempre uma razão do meu viver
Eu vou seguindo ao meu destino
Na solidão que a vida me deu, um sofrimento
Eu queria para sempre nessa vida
Ser o dono desse corpo de mulher
Me conforta a minha mágoa, meu amor
Já não suporto em mim eu sem você



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