Rei Dos Mendingos
Orlando Freitas
Uma estrada de espinho um caminho tão cruel
Um pobre andarilho por esse mundo a fora eu não tem parente
E nem tem morada eu não tem parada e nem tem amigo
Pisando descalço e com os pe calejados um pobre mendingo ninguém da valor
Minha mala era um saco minha roupa era um trapo
Tanta fome e sede por esse caminho
Na beira da estrada era minha pousada
Num silêncio da noite as friagem chegava a Lua prateada um clarao
Na noite enrolado nos trapos no chão eu dormia
Andando na estrada cheguei num lixao
Resto de comida pra matar a fome eu sou conhecido em todas as cidades
Sou o rei dos mendingos só desse Brasil



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