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Cantiga do Escravo Liberto

Orquestra Manancial da Alvorada

Letra

    Só vem ver o que é que a terra deu
    Força pra arrancar, torce até gemer
    Com papel, risca a maldição
    Corrente nos meus pés, saudade nas minhas mãos

    E eu sei que um dia voltarei
    Com a vitória em riste e prumo pro leste das minhas memórias
    Eu descansarei e julgarei
    As feridas que aceitei

    Verdade eu vi, dor que permiti
    Que sorrindo ele cavasse a mentira
    Na minha própria pele
    Com risca de giz
    Carrego quente a cicatriz

    Sol, beija a alvorada e olha
    Pro tempo vivo com sensatez
    Ternura e rigidez
    Que a tribuna se arma!
    Vem, partilha das tuas memórias
    Adentra a chama da história

    Diz: Quem é que te castigou?
    Quem assinou a papelada?
    Vai, aceita essa humilde oferta
    Que tá de portas abertas
    Vai, deixamos tudo pra lá

    Só vem ver o que é que a terra deu
    Força pra arrancar, torce até gemer
    Com papel, risca a maldição
    Corrente nos meus pés
    Contracheque nas minhas mãos

    E eu sei que um dia voltarei
    Com a vitória em riste e
    Prumo pro leste das minhas memórias
    Eu descansarei e julgarei
    As feridas que aceitei

    Verdade eu vi, dor que permiti
    Que sorrindo ele cavasse a mentira
    Na minha própria pele
    Com risca de giz
    Carrego quente a cicatriz


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