Chuva de Saudade

Os Filhos do Rio Grande

É madrugada, a chuva cai no meu telhado
Rolo na cama, não consigo dormir
Abro a janela, vejo os pingos molhando o chão
Pela esperança de que você possa vir

O mesmo vento que embala a sua flor
Deixou mais frio o meu pensamento
Volto pra cama em desassossego
Fico pensando aonde anda o meu amor

A noite vai, o dia vem e eu continuo
Preso nas garras da solidão que me maltrata
Cevo meu mate nessas tardes, horas longas
Olhando os pingos dessa chuva tão ingrata

A noite vai, o dia vem e eu continuo
Preso nas garras da solidão que me maltrata
Cevo meu mate nessas tardes, horas longas
Olhando os pingos dessa chuva tão ingrata

Não fosse a chuva, o vento frio que assovia
Eu sairia a te procurar
Traria de volta aos braços meus
E só depois eu poderia descansar

O mesmo vento que embala a sua flor
Deixou mais frio o meu pensamento
Volto pra cama em desassossego
Fico pensando aonde anda o meu amor

A noite vai, o dia vem e eu continuo
Preso nas garras da solidão que me maltrata
Cevo meu mate nessas tardes, horas longas
Olhando os pingos dessa chuva tão ingrata

A noite vai, o dia vem e eu continuo
Preso nas garras da solidão que me maltrata
Cevo meu mate nessas tardes, horas longas
Olhando os pingos dessa chuva tão ingrata

A noite vai, o dia vem e eu continuo
Preso nas garras da solidão que me maltrata
Cevo meu mate nessas tardes, horas longas
Olhando os pingos dessa chuva tão ingrata

A noite vai, o dia vem e eu continuo
Preso nas garras da solidão que me maltrata
Cevo meu mate nessas tardes, horas longas
Olhando os pingos dessa chuva tão ingrata


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