Streets Ain't Fair
In the heart of the city, where the nights ain't pretty
Tales of hustlers, no luck, no pity
Walking these alleys, with shadows so tall
Hustling for paper, backs against the wall
Chrome pieces gleaming, under streetlights beaming
Trust is a luxury, every corner scheming
Mama in the window, tears in her stare
Make it back home, baby, a silent prayer
Lost in the struggle, carrying burdens we wear
On these hard concrete streets, man, life ain't fair
But every night I lay, with hope so deep
Asking the lord, my soul to keep
Stacking up dollars, danger around every bend
Old homies turned foes, can't trust a friend
Graffiti on walls, tell stories of pain
Of brothers we lost, in this concrete rain
Fast life, fast cars, seeking fame and respect
But every bullet leaves a mark, an eternal effect
Kneeling on corners, whispering prayers in the night
Guide me through this, lord, show me the light
Gangsta ties, street wise, under urban skies
Seeking redemption, before the Sun rise
Fighting for a way out, from this endless maze
Looking for brighter days, through the smoky haze
Lost in the struggle, carrying burdens we bear
On these cold city streets, man, life ain't fair
But every night I pray, with dreams so deep
Asking the lord, my soul to keep
Golden chains, and watches that bling
In this world of chaos, material things
But deep inside, there's a void, a hole
Seeking peace, a way to console
To every young g, trying to find a way
Remember there's hope, brighter days to sway
Put down the heat, lift up a prayer
There's a way out, a life that’s rare
As I lay tonight, in this bed I've made
I pray for salvation, from the choices I've weighed
If tonight's the end, if fate decides to take
Lord, grant me mercy, my soul, please take
As Ruas Não São Justas
No coração da cidade, onde as noites não são bonitas
Contos de trapaceiros, sem sorte, sem piedade
Caminhando por essas vielas, com sombras tão altas
Lutando por dinheiro, com as costas contra a parede
Peças de cromo brilhando, sob as luzes da rua
Confiança é um luxo, cada esquina tramando
Mamãe na janela, lágrimas no olhar
Volte para casa, querido, uma oração silenciosa
Perdidos na luta, carregando fardos que vestimos
Nas duras ruas de concreto, cara, a vida não é justa
Mas todas as noites eu deito, com esperança tão profunda
Pedindo ao Senhor, para guardar minha alma
Empilhando dólares, perigo em cada curva
Velhos amigos se tornaram inimigos, não se pode confiar em um amigo
Grafites nas paredes, contam histórias de dor
Dos irmãos que perdemos, nessa chuva de concreto
Vida rápida, carros rápidos, buscando fama e respeito
Mas cada bala deixa uma marca, um efeito eterno
Ajoelhado nas esquinas, sussurrando orações na noite
Guie-me através disso, Senhor, mostre-me a luz
Laços de gangster, esperteza de rua, sob céus urbanos
Buscando redenção, antes do nascer do sol
Lutando por uma saída, desse labirinto interminável
Procurando dias mais brilhantes, através da névoa enfumaçada
Perdidos na luta, carregando fardos que suportamos
Nas frias ruas da cidade, cara, a vida não é justa
Mas todas as noites eu rezo, com sonhos tão profundos
Pedindo ao Senhor, para guardar minha alma
Correntes douradas e relógios que brilham
Neste mundo de caos, coisas materiais
Mas no fundo, há um vazio, um buraco
Buscando paz, uma maneira de consolar
Para cada jovem, tentando encontrar um caminho
Lembre-se de que há esperança, dias mais brilhantes para influenciar
Deixe a violência de lado, eleve uma oração
Há uma saída, uma vida que é rara
Enquanto eu deito esta noite, nesta cama que fiz
Rezo pela salvação, pelas escolhas que fiz
Se esta noite for o fim, se o destino decidir levar
Senhor, conceda-me misericórdia, minha alma, por favor, leve
Composição: Oscar Auliq-Ice