Serenata
Despierta, virgen, despierta
Y acércate a tu ventana
Donde te aguarda entre rejas
Mi prisionera del alma
Divina mujer, despierta,
Que ya se aproxima el alba
Ven a escuchar las endechas
Gimientes de mi guitarra
En ti, mi rosa fragante
Prendió del cielo la flor
Y son tu gracia y donaire
Mi afán, mi dicha y dolor
Ven, que hoy es la primavera
Plena de flor de jazmín
La noche de mi tristeza
Llenóse de luz por ti
Lejanas vocês dormidas
Traigo en mi canto de Sol
Para sembrar, vida mía
Junto a tus sueños de amor
Vengo volando a tus lares
En alas de mi canción
Quiero al pie de tus altares
Ofrendar mi adoración
Serenata
Acorda, virgem, acorda
E chega mais perto da sua janela
Onde te espera entre grades
Minha prisioneira da alma
Divina mulher, acorda
Que já tá chegando a aurora
Vem ouvir as lamentações
Gemendo da minha guitarra
Em ti, minha rosa cheirosa
Brota do céu a flor
E são tua graça e charme
Meu desejo, minha alegria e dor
Vem, que hoje é primavera
Cheia de flor de jasmim
A noite da minha tristeza
Se encheu de luz por ti
Distantes vocês adormecidas
Trago no meu canto de Sol
Pra semear, minha vida
Junto aos teus sonhos de amor
Vim voando pra sua casa
Nas asas da minha canção
Quero aos pés dos teus altares
Oferecer minha adoração
Composição: Epifanio Méndez Fleitas