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Serenata

Óscar del Alba

Serenata

Despierta, virgen, despierta
Y acércate a tu ventana
Donde te aguarda entre rejas
Mi prisionera del alma

Divina mujer, despierta,
Que ya se aproxima el alba
Ven a escuchar las endechas
Gimientes de mi guitarra

En ti, mi rosa fragante
Prendió del cielo la flor
Y son tu gracia y donaire
Mi afán, mi dicha y dolor

Ven, que hoy es la primavera
Plena de flor de jazmín
La noche de mi tristeza
Llenóse de luz por ti

Lejanas vocês dormidas
Traigo en mi canto de Sol
Para sembrar, vida mía
Junto a tus sueños de amor

Vengo volando a tus lares
En alas de mi canción
Quiero al pie de tus altares
Ofrendar mi adoración

Serenata

Acorda, virgem, acorda
E chega mais perto da sua janela
Onde te espera entre grades
Minha prisioneira da alma

Divina mulher, acorda
Que já tá chegando a aurora
Vem ouvir as lamentações
Gemendo da minha guitarra

Em ti, minha rosa cheirosa
Brota do céu a flor
E são tua graça e charme
Meu desejo, minha alegria e dor

Vem, que hoje é primavera
Cheia de flor de jasmim
A noite da minha tristeza
Se encheu de luz por ti

Distantes vocês adormecidas
Trago no meu canto de Sol
Pra semear, minha vida
Junto aos teus sonhos de amor

Vim voando pra sua casa
Nas asas da minha canção
Quero aos pés dos teus altares
Oferecer minha adoração

Composição: Epifanio Méndez Fleitas