Tradução gerada automaticamente
La Galponera
Osíris Rodriguez Castillos
A Galponera
La Galponera
A chamamé chamaméLa llaman la galponera
E é milonga de fogãoY es milonga de fogón
Que vive no matoQue lo mismo vive a monte
Se negam o galpãoSi le niegan el galpón
Abaixo da montoeiraLa bajo la montonera
Quando já não relinchouCuando ya no corcoveó
E teve um nó de orientaisY hubo un nudo de orientales
Lança, trabuco e facãoLanza, trabuco y facón
Foi capataz de sargentoFue capataz de sargento
De comandante o patrãoDe comandante el patrón
E os peões de melicosY los peones de melicos
Sai daí se era um primorSalga de ahí si era un primor
E onde tivesse uma guitarraY ande hubiera una guitarra
E algum trovador pardoY algún pardo trovador
A galponera p'tuitosLa galponera p'tuitos
General de divisãoGeneral de división
Na paz como na guerraEn la paz como en la guerra
Apeligrando viveuApeligrando vivió
Entre guampas de tranqueirosEntre guampas de tranqueros
E horquetada a um redomãoY horquetada a un redomón
O carinho dos mensaisEl cariño'e los mensuales
Fez um lugar no galpãoLe hizo un sitio en el galpón
Com as roupas de domingoCon las pilchas domingueras
E o recadinho cantorY el recadito cantor
Nela meus índios molhamEn ella mojan mis indios
Os olhos de sua cançãoLos ojos de su canción
Ruda para os sacrifíciosRuda p'los sacrificios
E curtida para o amorY curtida p'el amor
A chamam de galponeraLa llaman la galponera
E é milonga de fogãoY es milonga de fogón
Que vive no matoQue lo mismo vive a monte
Se negam o galpãoSi le niegan el galpón



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