Metal-vihar
Fent az ég, vad sötétkék,
furcsa zenét sodor a szél.
Bûnös kéz intésre vár,
õseim sorsa fejemre száll.
Állj félre, vagy elsodor,
izzó vihar, mely bennem forr.
Kegyelmet, aki sosem kér,
halálig ûzi gyilkos szél.
Lassú méreg: csak szavak,
szívdobogásunk hangosabb.
Állj félre, vagy elsodor,
izzó vihar, mely bennem forr.
REFR.:
Metal-vihar, megtisztulás.
Másnak csak zaj, nekem ez más...
feloldozás.
Föld alatt sok átkozott,
az élõ gonosz nem nyughat most.
Békén élnénk, de nem lehet,
ránk ütötték a bélyeget.
Állj félre...
Tempestade de Metal
Faz frio, um azul profundo,
uma música estranha traz o vento.
Mãos culpadas esperam um sinal,
O destino dos meus ancestrais pesa sobre mim.
Saia da frente, ou vai ser levado,
um furacão ardente que ferve dentro de mim.
Quem nunca pediu por clemência,
persegue até a morte um vento assassino.
Um veneno lento: só palavras,
os batimentos do nosso coração são mais altos.
Saia da frente, ou vai ser levado,
um furacão ardente que ferve dentro de mim.
REFR.:
Tempestade de metal, purificação.
Para outros é só barulho, pra mim é outra coisa...
libertação.
Debaixo da terra muitos amaldiçoados,
o mal vivo não descansa agora.
Viveríamos em paz, mas não dá,
nos marcaram com um selo.
Saia da frente...