Szemben az Árral (Facing the Flood)
Gépek közé zárva
Lassan géppé változom
Bilincsben a lelkem
Metszõ, éles fájdalom
Jól tudom, mi volt tegnap
Nem tudom, mi lesz holnap
Valami mégis erõt ad
Forgószél a harag
Vihar elõtt nagy a csend
Villámok a szavak
A káosz lett most a rend
Jól tudom, mi volt tegnap
Nem tudom, mi lesz holnap
Valami mégis erõt ad
Szemben az árral
Dacolva a viharral
Játék a tûzzel
Megperzsel, de nem zavar
Széttörtem a láncot
Untat már a tetszhalál
Felgyújtom a lángot
A régi érzés rám talál
Jól tudom, mi volt tegnap
Nem tudom, mi lesz holnap
Valami mégis erõt ad
Szemben az árral
Dacolva a viharral
Játék a tûzzel
Megperzsel, de nem zavar
(4x)
Enfrentando a Cheia
Fechado entre máquinas
Devagar estou me tornando uma
Com a alma em grilhões
Uma dor cortante e aguda
Sei bem o que foi ontem
Não sei o que será amanhã
Mas algo ainda me dá força
Um redemoinho de raiva
Antes da tempestade, um grande silêncio
Relâmpagos nas palavras
O caos agora é a ordem
Sei bem o que foi ontem
Não sei o que será amanhã
Mas algo ainda me dá força
Enfrentando a cheia
Desafiando a tempestade
Brincando com o fogo
Queima, mas não me incomoda
Quebrei a corrente
A letargia já me entedia
Vou acender a chama
A velha sensação vem até mim
Sei bem o que foi ontem
Não sei o que será amanhã
Mas algo ainda me dá força
Enfrentando a cheia
Desafiando a tempestade
Brincando com o fogo
Queima, mas não me incomoda
(4x)